Archive for julho, 2010

Porque hoje é sábado…

… o chocolate está liberado para a família toda!

Beijos

Patricia

PS: Mais sobre esse filme você lê aqui no Baunilha e Chocolate!

Quinta da Papinha – mais uma receita de papinha para você

Papinha criada por Renato Caleffi

CREME DE MANGA COM IOGURTE E GENGIBRE

1/2 xícara (chá) de iogurte natural
1 manga grande madura
1 colher (sopa) de gengibre fresco ralado, sem casca

Bata todos os ingredientes no liqüidificador e sirva.

* essa receita foi publicada no jornal Folha de S.Paulo

Um beijo

Mônica

Geleia 100% fruta e chocolate 10% gordura saturada

Como a chance de eu fazer a geleia de morango do Prato Fundo é pequena, serei salva pela Queensberry. A marca lançou no mercado uma versão interessante zero de adição de açúcar e de conservantes. É a 100% Fruit. Comprei a de frutas vermelhas.

Os ingredientes: amora, morango, framboesa, mirtilo, suco concentrado (maçã, uva), fibra natural (frutooligossacarídeo), cálcio, zinco, selênio e vitaminas (A e D).

Teste: tem cheiro cítrico-adociçado, claro. Gosto doce suave. Não é uma explosão de açúcar na boca. Consistência firme. Não é aguada. Tem fruta (você morde os pedaços de amora, framboesa etc). Tem cor de geleia caseira e não os tradicionais vermelhos corantes. Aliás, o rótulo avisa que o produto está sujeito a variação de cor “por ser um alimento 100% fruta”.

Se você, assim como eu, ficou boiando no ingrediente frutooligossacarídeo, tá aqui uma explicação dada por um estudo feito por alunos da Universidade de Santa Maria: ” Os frutooligossacarídeos (FOS) são açúcares não convencionais, não metabolizados pelo organismo humano e não calóricos. São considerados prebióticos uma vez que promovem seletivamente o crescimento de probióticos como Acidophillus e Bifidus. Essa característica faz com que os FOS promovam uma série de benefícios à saúde humana, desde a redução de colesterol sérico até o auxílio na prevenção de alguns tipos de câncer.”

Hummm, essa fibra parece boa.

Enfim, comprei porque eu adoro geleia, e como as minhas tentativas de fazer o produto em casa sempre naufragaram, busco as geleias industrializadas sem consevantes, corantes, explosantes, queimantes, tratantes e afins…

Mas achei um tanto cara: cerca de R$ 11, o pote de 250 gramas. Mesmo assim recomendo.

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Adoramos Alpino, o chocolate, porque tem chocolate Alpino (rsrsrs). Só que eu nunca tinha lido as informações nutricionais do bombom, afinal sempre compro avulso e o papel é todo amassado.

Hoje, porém, comprei o produto numa embalagem diferente e li as informações nutricionais enquanto comia. Confesso que um item me chamou bastante a atenção. O docinho de 13 gramas (uma unidade) tem 10% das necessidades diárias de gorduras saturadas para um dieta de 2.000 calorias.

Depois que li, vi que o Miguel já havia devorado DOIS Alpinos! Resumo: em 5 minutos, o garoto engoliu 20% das necessidade diárias de gorduras saturadas para a dieta de um adulto!!!

Miguel tem 5 anos!!!! Respirei fundo e me agarrei na máxima: tá tudo bem. Ok, ele comeu. E agora fazer o quê? Deixá-lo o restante o dia a alface e água?

Vida difícil! Puf!

beijos,

Patricia

Faça o que eu digo…

A revista Vida Simples traz um delicioso texto sobre alguns erros que os pais cometem e comprometem a alimentação dos filhos. Não é daqueles textos que nos enchem de culpa. Mas que esclarece porque erramos onde erramos. Coloco abaixo na íntegra.

Tá certo ou tá errado?

Muitos pais cometem falhas na alimentação das crianças sem perceber. Você sabe o que há de errado nesta prosaica cena familiar

texto Julia Priolli

“Dá uma mamadeira queridinha, mamãezinha”, dizia o Francisco, aos 3 anos de idade, depois que nasceu Sebastião. Eu ficava comovida. A mamadeira de leite com achocolatado apaziguava alguma coisa dentro dele que ultrapassava minha capacidade de compreensão. “É meu peito”, argumentava ele, me deixando sem palavras, enquanto eu amamentava seu irmão. Me deixava também sem poder de veto, que sempre exerci sem remorsos. Culpa é para mãe desocupada. Lá em casa não dá tempo. Então, antes que ele abrisse o berreiro e convidasse o irmão a se juntar àquela ópera, eu dava logo uma mamadeira. Ou duas. Ou três.Então fui convocada a fazer esta reportagem e investigar os erros que os pais cometem e que atrapalham o paladar e a alimentação dos seus filhos. A primeira coisa que fiz foi assistir a uma palestra de Jamie Oliver, o chef inglês da hora – aquele que conseguiu a proeza de reformular a merenda da rede de ensino britânica. E descobri que, com as várias “mamadeirinhas queridinhas” que o Francisco tomava por dia, ele ingeria um “carrinho de mão” de açúcar por ano. Mesmo sendo zelosa com a alimentação dos pequenos, ao escrever esta reportagem percebi, constrangida, que minha própria casa era uma comédia dos erros – será que a sua também é?

Forçar as boas maneiras
Meus filhos comem bem. Mesmo reclamando, o Francisco nunca deixa sobrar nada no prato e opera o garfo com destreza de dar gosto. Aprendi com minha mãe que desperdício, bem como falar de boca cheia, é uma grosseria. O Sebastião, de 7 meses, que está adentrando no universo dos comestíveis, se revelou uma pequena capivara, sempre colocando a mão em tudo. Lá em casa já virou bordão: “Sem as mãos”, e assim vou ministrando as colheradas sem deixar que o pequeno encoste na comida. Tudo isso para descobrir, com cara de eureca, que se sujar faz parte do processo. “A alimentação é uma experiência sensorial completa e levar comida à boca é decorrência da manipulação”, diz o pediatra e consultor do Ministério da Saúde Carlos Eduardo Correa. Ele afirma que, se a experiência sensorial for prazerosa bem no comecinho da vida, a criança sempre vai querer experimentar coisas novas. Nem adianta querer passar noções de etiqueta antes de a criança completar 1 ano. Entre os 2 e os 3 anos de idade, a criança começa a entender o porquê das regras, tem habilidade para usar a colher. “As boas maneiras devem ser introduzidas como parte do processo de aprendizagem, com naturalidade”, diz a psicóloga e doula Daniela Andretto.

Proibir de entrar na cozinha
Na cozinha, meus pequenos só entravam na hora de comer. Sempre os deixei longe do fogo e das facas. Longe, por tabela, do preparo das comidas. Um erro, como vim a saber. Pesquisadores em pedagogia da Universidade de Colúmbia, Nova York, descobriram que preparar comidas saudáveis junto com as crianças afeta seus hábitos alimentares de maneira positiva. Aproximadamente 600 crianças de 6 a 12 anos que participaram de aulas de culinária e nutrição começaram a comer mais grãos e vegetais. O fato de prepararem seus próprios alimentos as tornou mais propensas a comer bem. “Não deixar a criança entrar na cozinha é um erro natural. Os pais têm medo que elas se machuquem”, diz a nutricionista infantil Ana Carolina Elias de Almeida. “Mas é importante envolvê-las no preparo da comida, inclusive na compra, para que elas possam conhecer a variedade de alimentos que existe.” Tudo isso é possível com os devidos cuidados. Os pais devem ficar sempre de olho e nunca deixá-las sozinhas na cozinha. Mas, para o pediatra Carlos Eduardo, o medo de acidentes domésticos pode ser um risco em si: “Se a criança não aprende o que pode machucar, não reconhece os perigos do ambiente e fica vulnerável”.

Longe das mãos, perto dos olhos
Minha casa também estava cheia de itens proibidos – chocolate, salgadinhos, refrigerantes – bem longe das mãos, mas suficientemente perto dos olhos a ponto de atiçar o desejo dos pequenos. Toda casa deve ter um pouco de guloseimas, mas estudos da Universidade de Penn State, nos EUA, sugerem algo que a gente, no fundo, já sabe: alimentos proibidos são mais desejáveis. Crianças foram sentadas em uma mesa com acesso ilimitado a doces e quitutes. Numa outra mesa, os doces ficaram dentro de um pote de vidro e as crianças foram informadas de que poderiam comer somente depois de 10 minutos. Na mesa em que o consumo era livre, comeu-se três vezes menos do que na mesa em que havia restrições. “A proibição reforça o desejo por coisas que não fazem bem. O doce é gostoso e proibido. Isso gera ansiedade na criança”, diz Ana Carolina. Para solucionar o problema, a nutricionista sugere moderação por parte dos pais, ao comprar itens que não querem que os filhos consumam, e muito diálogo: “É um bom momento para trabalhar a questão dos limites com as crianças, explicar que tem a hora e a quantidade certa para comer”.

Chantagem emocional
Não deixe que o “não comer” vire uma chantagem. Quando os pais colocam muito peso na questão, a criança abusa. O ideal é relaxar um pouco com isso, pois, como as bisavós já diziam: “Criança com fome come até maçaneta”. Outra questão que contribui para a neurose da alimentação é a velha negociação. O famoso “come brócolis que eu te dou um presente”. Pesquisadores da Penn State ofereceram às crianças figurinhas e horas em frente a TV em troca de um bom prato de verduras. Constataram que as crianças até comeram os legumes, mas aumentaram, e muito, sua implicância com os alimentos verdes. Lá em casa a negociação era sempre parte do processo, e no fim eu cometia ainda outro erro: enchia os meninos de beijos e mimos quando eles comiam bem. Segundo o pediatra Carlos Eduardo, não faz sentido que os pais passem a mensagem “eu gosto de você porque você come bem”. É preciso, antes de tudo respeitar o desejo da criança de não comer.

Fazer refeições separados
Não encanar de maneira exagerada com a alimentação mostrou-se um caminho eficiente. Mas nem por isso os pais devem desistir. A Organização Mundial de Saúde sugere que um mesmo alimento deve ser oferecido repetidas vezes em diferentes dias e situações. “A receptividade da criança não é linear. Às vezes ela está disponível, às vezes não”, explica Daniela. Por isso, antes de falar em alto e bom som (como fizemos lá em casa) que a criança não gosta de couve (guarde a frase para si), vá oferecendo em diferentes momentos, como quem não quer nada, de preferência durante a refeição em família. Esse era, por sinal, outro erro que cometemos no nosso doce lar. Por uma questão de logística, as crianças comem bem mais cedo do que a gente e raramente temos uma ceia familiar. Mas comer junto é um ritual. “É uma atividade social. Pode começar desde o sexto mês, quando o bebê já consegue sentar. A criança olha os pais comendo e imita. Quer fazer parte do grupo”, diz Carlos. Nesse momento a criança aprende por imitação, inclusive, as boas maneiras.

Comer pratos diferentes
Mas não adianta sentar junto e comer diferente: arroz com feijão para o filho enquanto a mãe sorve um shake de regime. Uma revista de psicologia norte-americana colheu depoimentos de meninas de 8 anos de idade, filhas de mães adeptas de regimes intensos. Elas revelaram que suas noções próprias de uma boa alimentação estavam relacionadas a saladinhas ralas e milk-shakes. “Pais com distúrbios alimentares tendem a ter filhos com distúrbios alimentares, tanto para a obesidade quanto para a anorexia, e esses fatores não se devem só a predisposição genética”, diz Ana Carolina. Por isso, embora já tenhamos afirmado que os pais têm direito de primar por suas beliscadas, a família deve buscar uma alimentação comum e equilibrada que atenda às necessidades das crianças e dos adultos. Lá em casa, isso foi mais difícil do que parecia: maneirar na pizza com refrigerante em frente ao futebol de domingo e encontrar um horário comum para comermos juntos.

Comilança vendo TV
O mais difícil mesmo foi mudar um hábito do Francisco: sentar na mesa na cozinha e não na frente da TV para tomar café. Um adendo: eu não tenho empregada. De manhã preparo o café do Francisco, enquanto cozinho os legumes da papinha do bebê e faço o café preto dos adultos. Deixar o Francisco na sala assistindo a Tom & Jerry atribuía à TV o papel da babá que nunca tive. Mas no fim da reportagem a mudança já era nítida. Começou com o leite achocolatado, que virou apenas leite. Em uma semana, o Francisco se acostumou. Para substituir o desenho animado, inventamos uma atividade lúdica: picar banana, maçã, amassar o papaia, cobrir de aveia e iogurte, ou seja, envolver o Francisco no preparo da salada de fruta. E também o Sebastião, que sentadinho na cadeirão ia amassando a banana com suas mãozinhas de quem um dia vai abraçar o mundo. Para sentarmos, por fim, os quatro juntinhos na mesa da cozinha, num delicioso ritual doméstico.

EXTRA
Jamie Oliver explica como os alimentos industrializados e o fast food estão estragando a qualidade da alimentação de crianças e jovens. Confira o vídeo e conheça mais sobre o seu projeto anti-obesidade. http://www.ted.com/talks/lang/eng/jamie_oliver.html

De blog em blog

Lendo o ótimo post sobre os novos caldos da Knorr, no Coma com os Olhos, que tem o chef Alex Atala como garoto-propaganda (e como diz o Sr. CCOO: chef de cozinha propagadeando caldo industrializado não combina, né?!), cheguei ao Prato Fundo – Conversas sobre Cozinha, do Victor Hugo. O cantinho é lindo e informativo. E tem uma receita de geléia de morango  que parece ser um arraso (a foto da geléia é do blog dele que eu crtlveicrtlcei na cara dura!). Vale a pena a visita.

beijos,

Patricia

Lavar as mãos com água e sabão

Você vai ao banheiro, faz cocô e se limpa, certo? Solta a descarga e, em seguida, lava as mãos com água e sabão, claro! Você também pede aos filhos para que eles lavem as mãos com água e sabão depois de defecarem. E você, como eu, imagina, obviamente, que esse é um hábito comum a todos nós, principalmente depois da crise da gripe suína no ano passado.

Bem, tenho uma amiga que sempre diz que o óbvio nem sempre é óbvio. E passar um sabão nas mãos depois do cocô básico está na categoria do não-óbvio. Pelo menos foi o que constatou uma pesquisa do Ibope com 277 paulistanas, a maioria mães de filhos entre 4 e 12 anos. Para 74% das entrevistadas, todo mundo deveria lavar as mãos com sabonete depois de defecar. E 62% disseram ter o costume do asseio.

Para tudo! Fiquei maluca ou o mundo está de ponta cabeça!? Como assim apenas 62%, e não 1OO%, lavam as mãos com água e sabão depois de limpar a bunda?! E como assim 74%, e não 1OO%, acreditam que a maioria das pessoas deveria ter o hábito higiênico?!

Lembro de ter visto, quando era pequena, um episódio do Mundo de Beakman, aquela série com um professor/cientista maluco, com cabelo de Einstein, e que tinha um rato como ajudante, em que ele explicava como o sabão funcionava, porque ele limpava. Se quiser ver a explicação clique no link acima e assista o episódio. Pena que Beakman não fala da sujeira das mãos, mas a teoria da ação do sabão é a mesma.

O sabão, qualquer tipo, ajuda a água eliminar gordura, germes e bactérias das nossas mãos. Aliás, essa galera da pesada tem uma capacidade incrível de se meter entre as riscas das nossas palmas e dos dedos. Elas estão ali, mesmo que a gente acredite o contrário, ou seja, que está tudo limpo.

Não se engane. Nossas mãos têm bastante coisas nojentas. Arthur Timerman, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein, disse durante uma palestra sobre hábitos de higiene, na semana passada, que o vírus da conjuntivite, por exemplo, se esconde entre as nossas digitais. Daí, você coça o olho e cabummmm!!!! lá vai o vírus fazer companhia a sua menina dos olhos.

Se vamos ao banheiro e saímos de lá sem lavar as mãos, levamos junto uma tal de “contaminação fecal”. Bem, com esse sobrenome, não devemos carregar algo bacana. Agora, imagine se, ao sair do banheiro sem lavar as mãos, a pessoa vai para a cozinha e corta uma maçã e dá ao filho. Sabe para onde vão os restos fecais? Eca… Nem vou continuar porque já entendemos.

Ou não. A mesma pesquisa do Ibope descobriu que, das 277 mulheres entrevistadas, 3O% não acham que lavar as mãos seja uma ação de boas maneiras, de educação, e só 25% afirmaram se importar em garantir que seus filhos lavem as mãos com sabonete depois de ir ao banheiro. Em uma outra pesquisa, desta vez com 150 crianças, investigou-se o que elas tinham nas mãos: 65% tinham bactérias fecais. Criança coloca a mão na mão, né?! E 75% das mães não se importam com a limpeza das mãos dos filhos.

O mundo está realmente de cabeça para baixo…

Para ajudar o planeta a se restabelecer na órbita, mais alguns dados sobre por que é importante lavar as mãos (e fazer os filhos lavarem também) antes de sair do banheiro, antes de preparar as refeições e antes de comer:

- porque ajuda a reduzir em 42% os casos de doenças diarréicas, tipo o rotavírus que adora detonar os bebês

- porque ajuda a diminuir em 52% os casos de infecções respiratórias, como aquelas transmitidas pelo H1N1 ou por outros vírus, como o sincicial, que adora detonar o pulmão de bebês muito pequenos, e de outros vírus como o da conjuntive que já foi citado

- porque nossas mãos podem também ter bactérias da salmonella, ou da shigella ou, pior, da meningite, que sobrevivem até oito horas sobre as digitais humanas, além de protozoários da giardia, por exemplo, que causa diarréia.

A pesquisa do Ibope foi encomendada pela Unilever para o lançamento do sabonete antibacteriano Lifebuoy. Você pode, agora, estar pensando que eles estão tocando o terror porque querem vender sabonetes. Ok, pode até ser. O engajamento da empresa, porém, me pareceu ser outro. Os executivos presentes no evento parecem ter um interesse genuíno em, além de vender muitos sabonetes, mudar o hábito das pessoas de não lavar as mãos com frequência para ajudar a erradicar doenças que já poderiam estar na categoria de extintas se mais mães, pais, avós, professores, médicos tivessem o hábito de lavar as mãos com sabão no mínimo cinco vezes ao dia.

A missão é inglória porque mudar hábitos é difícil pra caramba. Eu, por exemplo, desisti de fazer dietas porque não consigo perder o hábito de comer pão. Barreiras culturais impedem que as pessoas demorem a mudar de atitude. E gente de todas as classes sociais, viu?! Uma outra pesquisa mostrou que quase 50% dos profissionais que trabalham em UTIs de hospitais, com doentes bem debilitados, não têm esse hábito quando estão trabalhando. Ui! Isso bem nojento!

Bem, se eles, que são treinados para também lavar as mãos com sabão ou passar álcool-gel, que também retira as coisas nojentas das nossas palmas e dedos, não fazem, o que dizer de nós?

Mas dá para mudar essa história. Começando. Que tal hoje? Que tal agora? Eu já tinha certa mania em lavar as maõs, mas confesso era negligente com os meninos, saí da palestra mandando menino lavar até embaixo da unha!!!

Vale continuar lavando sempre, além de ensinar os pequenos e compartilhar com os adultos a importância desse ato. Mas na boa para não ferir humores nem desencadear TOC.

Ah, dia 15 de outubro será o dia nacional de lavar as mãos! Então, passa sabão na mão para tirar o melecão (ou cocozão)!

beijos,
Patricia

Mais um lugar para ler

Hoje eu não vou falar nem de comida, nem de criança, mas sobre uma boa notícia que também alimenta. Pelo menos para quem mora em São Paulo.

Amanhã, dia 26 de julho, o Governo do Estado vai inaugurar um novo espaço de leitura no Parque da Água Branca. Vai ter quiosques, livros, revistas e chamará Espaço de Leitura PraLer.

Agora vamos voltar a falar de comidas e crianças. Imagine… Você e a criançada vão tomar aquele café da manhã orgânico delicioso que tem no parque. Depois, eles sentam ali na grama e a família toda faz suas leituras preferidas.

Adorei!

beijos

Mônica

Kits embalados

Os 8 kits da Faber-Castell já estão embalados e prontos para viajar para a casa das vencedoras! 

Beijos,

Mônica e Patrícia

Queria muito saber…

…onde você busca inspiração para cozinhar para a família/filhos? Em blogs como o nosso, em livros ou você não vai para o fogão?

É que ando tão sem inspiração esses dias. Quando chega a hora de fazer o jantar tenho tentando me controlar para não recorrer ao telefone e pedir qualquer comida.

Você também atravessa momentos assim, sem inspiração culinária? Será que o Alex Atala, o chef premiado do restaurante D.O.M, passa por um momento de cardápio pálido?

Aliás, cheguei à conclusão que praticamente administro um bistrô porque penso, por semana, em, pelo menos, 5 cafés da manhã, 5 almoços, 5 jantares, 5 tipos de comidinhas para lanches da tarde. Não inclui os finais de semana porque cozinho muito pouco aos sábados e domingos. Ao final de 20 dias criei 80 cardápios! Pensando bem, I deserve alguns dias sem inspiração e os filhos passarão bem comendo arroz, feijão, ovo (frito, cozido ou na omelete) e salada.

beijos

Patricia

Meu Bebê Gourmet

Publico um post da fofa da Laura Valentini que sempre acompanha a gente. Ela dá a dica de um livro bem bacana, principalmente para quem vai começar com as papinhas em breve. Mas, cá entre nós, eu acho que as duas receitas sugeridas são para gente grande também, tamanha a delícia!!!

beijos

Mônica

“Como diz minha mãe, é de pequeno que se torce o pepino, por isso quando tive o meu bebê procurei informações de como desenvolver o paladar dele. Encontrei um livro interativo que traz receitas ótimas, além de ser um álbum de fotos muito divertido para as mais corujas. É o Meu Bebê Gourmet, de Margarete Steigleder (Disal Editora). Nele encontram-se receitas fáceis, práticas e testadas,inclusive por mim.
Todas as receitas são ótimas, mas tenho duas favoritas, o Chá Repousante que leva maçã desidratada, erva-doce e erva-cidreira, por ter-me auxiliado bastante nas noites mais agitadas. E o Risoto de Cenoura com cenoura, arroz, manteiga, queijo branco e suco de laranja, por ser querida ainda pelo meu pequeno chef Gabriel, hoje com 6 anos e muita disposição.

Receitas:

1ª – Chá Repousante (Indicado para crianças a partir de 4 meses):
* 1 colher (chá) de maçã desidratada
* 1 colher (café) de erva-doce
* 1 colher (café) de erva-cidreira
* 200 ml de água filtrada fervente.
Coloque a maçã, a erva-doce e a erva-cidreira numa panelinha. Junte a água fervente e ferva por 2 minutos. Deixe descansar (abafado) por 10 minutos, coe e deixe esfriar.

2ª – Risoto de Cenoura (Indicado a partir dos 9 meses):
* 1 Cenoura pequena
* 1 colher (chá) de manteiga
* 2 colheres (sopa) de arroz
* 1 xícara (chá) de água filtrada (250ml)
* 40g de queijo branco fresco ralado grosso
* 2 colheres (sopa) de suco de laranja
* 1 pitada de sal
Lave e descasque a cenoura. Rale no ralo grosso. Refogue com a manteiga. Junte o arroz, lavado e escorrido, e a água. Tampe e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos. Acrescente o queijo e o suco de laranja, misturando bem. Sirva morno.

Um beijo

Laura Valentini”