Archive for julho 8th, 2010

Frutas e hortaliças com boa safra em julho

Em julho é bom comprar…

… tangerina, abacate, banana, laranja, limão, maçã, atemóia, carambola,greap fruit, kiwi, laranja-lima, mexerica…

… salsão, mostarda, nabo, abóbora, mandioca, agrião, rabanete, batata-doce, brócolis, couve-flor, inhame, beterraba, cogumelo, ervilha, mandioquinha, alho-poró, espinafre.

Fontes: Pro Teste e Ceagesp

beijos

Mônica

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Posso refogar com óleo ou azeite?

Luciana deixou uma opinião neste post aqui, sobre o uso do óleo ou azeite na hora de refogar a papinha, que me deixou curiosa. Afinal, podemos ou não refogar os ingredientes da papinha com eles? Para esclarecer, entrevistei Tânia Rodrigues, diretora técnica do RG Nutri, em São Paulo.

Segundo a especialista, no preparo de legumes e verduras refogadas deve-se utilizar sim um pouco de azeite ou óleo vegetal como canola, milho, evitando o uso de manteiga e margarina. “Quando a gordura é aquecida a ponto de ferver, o que ocorre no caso de frituras, solta uma substância tóxica que irrita o organismo da criança. Mas isso só ocorre com grandes temperaturas e não quando se refoga um alimento”, explicou ela. Você deve usar um fio de óleo ou azeite e não terá problema algum. Tânia também disse que, diferente do que muitos acreditam, o azeite não perde nenhuma propriedade quando é usado para refogar. O que não é recomendado é usá-los em frituras.

Enfim, refogue sua papinha (ou outras comidinhas), com um pouco de óleo e azeite sem medo. Crianças precisam de um pouco de gordura. Este nutriente participa da absorção das vitaminas A, D, E e K e, ainda tem papel fundamental no crescimento, desenvolvimento neurológico e hormonal, e produz energia. Evite o excesso de gordura – frituras e alimentos ricos em gordura saturada e gordura trans – mas inclua gorduras saudáveis como os óleos vegetais e azeite.

Reproduzo aqui tambem o comentário que o Cássio fez em um post antigo, falando sobre o assunto, depois de vasta pesquisa: “Sabemos que o óleo aquecido a altas temperaturas o transforma em gordura saturada e promove a formação de gordura trans. Além disso, acima dos 180o C os óleos passam a decompor-se rapidamente permitindo o acúmulo de substâncias patogênicas que também vão se decompondo, com danos à saúde humana. Mesmo caso para o azeite de oliva – 210o C e o óleo de amendoim – 220o C. Fora o problema ambiental relacionado ao seu descarte. Se você não consegue escapar da fritura, siga algumas regras básicas: 1) evite comer frituras fora de casa (o óleo usado nelas não tem controle de reúso e temperatura); 2) não frite com azeite de oliva, prefira óleo de amendoim ou de canola; 3) se for reutilizar o óleo, filtre-o e guarde em recipiente fechado, ao abrigo da luz. Adicione óleo novo para manter o nível; 4) nunca frite em temperatura acima de 180o C”.

Boas dicas para quem não consegue viver sem frituras.

um beijo

Mônica

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Papinha criada por Jefferson Rueda, chef do restaurante Pomodori

POLENTA COM OVO DE CODORNA POCHÉ

50 g de farinha de milho para polenta
250 ml de caldo de frango
1 folha de louro
30 ml de azeite
30 g de queijo tipo “grana padano” ralado
1 ovo de codorna
300 ml de água
40 ml de vinagre

Ferva o caldo de frango com a folha de louro e o azeite. Acrescente a polenta aos poucos e cozinhe por dez minutos, sem parar de bater (com batedor manual ou colher de pau). Acrescente o queijo ralado e misture bem. Em outra panela, esquente a água. Junte o vinagre e coloque o ovo para cozinhar por dois minutos. Retire com uma escumadeira. Sirva a polenta com o ovo por cima.

* essa receita foi publicada no jornal Folha de S. Paulo

Um beijo

Mônica

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