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Comida industrial X Papinha pronta

Categoria: Dicas, Receitas por 28 de março de 2011

Essa semana vamos fazer uma série de posts sobre alimentação de crianças de 1 a 2 anos. Começo com uma ideia bacana, revelada na semana passada quando participei de palestras na Cozinha Experimental da Nestlé. Uma delas foi com a nutricionista Cynthia Maggi, especializada em gastronomia clínica. Descobri que as papinhas prontas podem ser mais exploradas. Eu, e acredito que a maioria de vocês, apenas aquece (ou não) o potinho e oferece ao bebê. Por que não ser mais criativo e combiná-la com outros alimentos? E assim conseguir mais variedade na refeição e agradar até crianças maiores? Foi o que aprendi nessa palestra. E fiquei pensando: se o maior problema das famílias hoje em dia é a falta de tempo – que leva inclusive a absurdos como bebês comendo macarrão instantâneo e lasanha congelada antes do primeiro aniversário – porque não trocar as comidas industrializadas por papinhas prontas? Como já expliquei aqui, apesar das papinhas da Nestlé levarem o nome de industrializadas, elas NÃO possuem conservantes e são feitas com alimentos frescos e saudáveis. Para quem torceu o nariz nesse momento, é bom saber que a ideia não é dar todos os dias. Lógico que o melhor de tudo é a sua comida, o seu tempero, o seu amor. Mas, concorda que entre um Miojo cheio de gordura e sódio, e um Spaguetinho da Nestlé, o segundo sai ganhando? Vale a pena pensar nisso naqueles dias de pouco tempo e muita preguiça…

Ó que bacana essa sugestão de cardápio da Cynthia, mesclando papinhas prontas e comidas caseiras! Amanhã eu conto as receitas…

beijos

Mônica

CAFÉ DA MANHÃ

Leite Materno ou, na impossibilidade do aleitamento materno, fórmula adequada para a idade

LANCHE DA MANHÃ

PAPINHA Caju

ALMOÇO

PAPINHA Espaguetinho Bolonhesa

Alguma preparação c/ cenoura

Salada (brócolis, vagem ou outros)

Combinação c/ 2 frutas in natura

LANCHE DA TARDE

Leite Materno ou, na impossibilidade do aleitamento materno, mingau natural*

JANTAR

Preparação à base de carne vermelha

PAPINHA Sopinha de beterraba, caldo de feijão e legumes

Alguma preparação c/ lentilha

Salada (verdura verde escura, tomate)

Creme c/ frutas (utilizar PAPINHA Pêssego c/ outras frutas na preparação)

LANCHE NOTURNO

Leite Materno ou, na impossibilidade do aleitamento materno, leite mais adequado à idade

 

*Mingau natural

INGREDIENTES:

2 colheres (sopa) de Leite Ninho 1+

3 colheres (sopa) cheias de Mucilon Arroz

1 fatia de mamão picado (cerca de 60 g)

 

MODO DE PREPARO

Dissolva o Leite Ninho1+ em 1 xícara (chá) de água, coloque em um prato fundo e misture o Mucilon.

Acrescente o mamão picado e sirva a seguir.

 

Rendimento: 1 porção

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33 thoughts on “Comida industrial X Papinha pronta”

  1. Flavia pias disse:

    Oi monica
    adorei suas diicas e eu acho q a suzi precisa d umas aulas de port para aprender interpretaçao de texto dou papinha as veses quand estou na correria mas nao deixo d preparar os lanchinhos de frutas e as papinhas de legumes pro meu bebe bjux

  2. neuza disse:

    estou com um problema meu netinho so aceita papinha da nestle presisa ganharr peso pois nasceu de 6 messes ja tentei fazzer em casa de todas as formas mas ele nao aceita e nao temos condiicoes para comprar sempre o que fazzer? aceito sugestao porr favor obrigada…

  3. Jouse Gondim disse:

    Tenho um filho de 1 ano e 1 mês dou papinha prontas da nestle quando viajo… meu pequeno nunca apresentou nem um problema de saúde… mais sempre que abro a o potinho.. cheiro e observo se não está com alguma alteração.
    bj

  4. tâmara disse:

    adorei o post!…estava cheia de duvidas em relação a essa questão oferecer ou ñ papinhas ja prontas ao meu pequeno de apenas 5 meses. No principio do ano vamos viajar e ñ sabia o que fazer em relação a comidinha dele.Muito obrga por haver pessoas de bom senso e comprometidas em ajudar a nós mães de primeira viagem onde tdo é um bicho de sete cabeças….bjs mônica

  5. Pois eu sou daquelas fãs de papinhas. Tenho espírito prático, sou uma nulidade na cozinha e acho as papinhas uma mão na roda em viagens! Lá fora, então, adoro, porque a variedade de marcas e sabores é enorme (e tem até papinhas orgânicas)! Minha segunda filha já está na idade das papinhas, acabei de chegar ao Brasil e adorei todas essas novidades de sabores (que não existiam na época da minha primeira filha).
    Como sempre digo, quando viajamos nós tb saímos da rotina, comemos o tempo todo em restaurantes…porque o bb ou criança não pode comer potinhos? É só de vez em quando… e dependendo, em viagens, ainda acho os potinhos mais seguros do que qualquer comida que não se sabe a proveniência.
    Bjs
    @viagempimpolhos

  6. Helena disse:

    Estou indo para Disney e Miami com meu filho de 11 meses, todos os meus amigos me disseram para levar as papinhas da nestle. Será que tem problema ele comer os 15 dias da viagem só essas papinhas?

  7. Fabio disse:

    Meu filho hoje tem 1 ano e 1 mês, e desde os 6 meses de idade 80% da alimentação são papinhas da nestlé (doces e salgadas) justamente pela falta de tempo meu e de minha esposa de preparar papinhas caseiras, e neste periodo nunca teve qualquer complicação sempre perfeito sem uma “dor de barriga se quer”. Pelo contrario, sempre muito saudavel e dentro dos padrões segundo a pediatra que o acompanha.

  8. M Vargas disse:

    Olá Mônica,

    Estou me sentindo um pouco menos culpada com as sua publicação, pois meu bebe está no sexto mês, mas não consigo deixar de requizitar as papinhas prontas da Nestlé, ouço diversas críticcas, mas além de detestar cozinhas, qd me aventuro meu filhote torce o nariz para a minha comida.. e as papinhas ele ama!!
    Dou papinhas de fruta que eu faço, sucos naturais, mas qd se trata da comida de sal.. acabo apelando!!
    Abs!!

  9. viviane disse:

    ADOREI! CONCORDO COM TUDO QUE DISSE!!!!!

  10. Cris disse:

    Gostei! Bacana mesmo é ler as dicas, tirar as próprias conclusões, CADA UM SEGUE A SUA INTUIÇÃO MESMO… e ponto final!

  11. Vivi disse:

    Mô e Patricia, obrigada pelas dicas sempre valiosas. Viva o caminho do meio e a visão não radical de nada. Sejamos flexíveis. O que já é uma lição e tanto aos nossos filhos. Abraços

  12. Rodrigo disse:

    Olá Mônica, como vai?

    Bem, antes de mais nada o seu post não me causou nenhuma irritação, apenas, como eu mesmo escrevi, intrigado, ou seja, desconfiado. A desconfiança é uma moderação para irmos de encontro ao entendimento. Não me causa repulsa a palavra Nestlé, mesmo que eu leia sobre ela os absurdos enganosos que foram o motivo de sua ascensão no mercado, como há 150 anos dizer que uma mistura de farinha, leite de vaca e açúcar salvou a vida de um prematuro. Acreditar nisso seria um contracenso. Também não me irrita a expressão papinha pronta, mas me deixa com todos os pés atrás quando sei que ela não atende a recomendação de concistência para estimular a mastigação e quando vejo que no Chile nas tais papinhas tão prontas foram econtrados pesticidas. Quem garante que isso não pode chegar por aqui? A ideneidade da Nestlé? Há algum tempo uma outra empresa muito idônea também tentou fazer o povo brasileiro acreditar que em seu produto, um dos mais consumidos, o leite, não havia soda cáustica.
    Eu não me irrito com isso, mesmo que com todos os motivos para me irritar. Mas eu prefiro levantar os pontos contras e os a favor. Tenho medo de pensar que os seres humanos mais frágeis, os que estão abaixo de um ano de vida possam vir a serem alvos de algo que os faça mal.

    1. Comer para Crescer disse:

      Oi Rodrigo, entendo o que você quer dizer. O objetivo do nosso blog é tentar ajudar os pais. E a maioria tem uma péssima alimentação e passam isso para os filhos desde que eles são bebês. Eu já tinha uma noção sobre isso ao fazer matérias para revistas e depois foi constatado que isso é verdade, em uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Muitas, muitas famílias mesmo, oferecem a mesma alimentação inadequada para os bebês. Leia -se Miojo, refrigerante, lasanha congelada, sopas prontas. A quantidade de açúcar, sódio e gordura que esse pobre bebê consome é imensa. E, o que pode até ser pior, ele acostuma seu paladar aos gostos fortes das comidas industrializadas. Nunca mais vai querer olhar para a cara do alface. Quando decidi fazer o post, foi nessas famílias que estava pensando. E o número é muito grande. Ainda bem que existem pessoas que conseguem cozinhar para os filhos e tem informações suficiente para fazer isso de forma saudável. Infelizmente não é o caso da maioria. Nossos leitores, como você pode constatar pelos comentários nos posts, são dos dois jeitos. Por isso, temos posts onde ensinamos a fazer molho de tomate e iogurte caseiro. Mas também temos post onde falamos que é melhor assar o Nuggests da Sadia do que fritá-los. Por que temos de ajudar essas pessoas também!! E não adianta mandá-los cozinhar para os filhos. A gente não sabe como é o cotidiano das pessoas. Coitado dos pais, eles sabem o quanto os industrializados fazem mal, sonham com um mundo ideal onde possam cozinhar comida fresca no almoço e no jantar, mas nem sempre conseguem. Pais sempre fazem o melhor que podem, Rodrigo. Tentam acertar sempre. Então, meu objetivo foi apenas o de dar uma informação que pode ajudá-los. E continuo achando, pelas informações que tenho, que a papinha pronta é melhor do que o miojo. Não tenho nenhuma simpatia ou antipatia pela Nestlé, meu foco são os alimentos e os pais, não as empresas. Mas é lógico que se gente souber que uma empresa escraviza crianças para fazer seus alimentos, vamos avisar nossos leitores e boicotá-la.
      Eu também tenho medo de pensar que os seres humanos mais frágeis possam a vir a serem alvos de algo que os faça mal. Mas depois de um tempo observando as famílias, cheguei a conclusão de que o maior perigo somos nós adultos, que na hora da preguiça, damos qualquer coisa para os filhos. E comemos qualquer coisa!!!
      Por fim, gostaria apenas de pedir paciência, pois o trabalho deste blog é difícil. É achar o caminho do meio. Não estamos ao lado da indústria alimentícia nem de quem levanta bandeiras contra ela ou é muito radical. Estamos ao lado daquela maioria dos pais que tenta acertar entre tantos erros.

  13. Rodrigo disse:

    Eu confesso que fiquei intrigado quando li o título desse artigo “Comida industrial x papinha pronta”. Ansioso para entender o que diferenciava uma comida industrial das papinhas também industrializadas, recorri ao o escritor e estudioso sobre a História da Alimentação o senhor Enrique Rentería, que disse que “a comida industrializada lança mão de métodos diferentes da comida feita manualmente porque este tipo de alimento é feito para durar.” Acredito que esse seja também o caso das papinhas, porque com ou sem conservantes elas são feitas para durar, o que a difere das papinhas feitas em casa, que são feitas para consumo imediato. Mas até aí tudo bem, afinal, artesanal ou não, são feitas para alimentar as crianças de mais de 6 meses de idade. Mas também me intrigou tantas salvas à Nestlé, como se ela tivesse vindo para salvar a vida das pessoas com seus produtos industrializados. Você chega a citar que “apesar das papinhas da Nestlé levarem o nome de industrializadas, elas NÃO possuem conservantes e são feitas com alimentos frescos e saudáveis.” Quem garante que não possuem conservantes e que são feitas com alimentos frescos e saudáveis? Aí eu volto com o senhor Enrique que é engenheiro, físico e historiador quando fala sobre esses alimentos que a gente não viu quem e como foram preparados dizendo: “E realmente têm coisas que surpreende, dão medo.” E dão mesmo. Mesmo que eles propagandeiem que são todos esses produtos feitos dentro do sistema mais seguro e higiênico. Enrique Rentería questiona com muita propriedade que “Muitas dessas substâncias são inofensivas, mas como saber num ambiente em que as pessoas têm consciência de que existem falsificações? O problema da falsificação do alimento é antigo, é coisa inventada na período industrial. Muito antes já havia roubo de peso e de ingredientes.”
    Dizer que esse produtos são realmente feitos com alimentos frescos e saudáveis, e que desta forma são seguros para a alimentação infantil, de bebês que aos 6 meses apenas terminaram o seu processo de maturação funcional dos intestinos e rins, é, ao meu ver, bem particular, um risco à saúde dessas crianças.
    Eu não tenho filhos, então não sei como é a vida atribulada de uma mãe ou de um pai para conciliar a correria com a fardada tarefa de alimentar um bebê de idade entra 6 meses e um ano de vida. Mas a gente sabe que quando há alguém que nos oriente bem, sabemos que dá para fazer um planejamento BACANA e ao mesmo tempo seguro e saudável para os filhinhos. Ainda assim, usar alimentos saudáveis que realmente a gente sabe que o são.
    “Para quem torceu o nariz nesse momento, é bom saber que a ideia não é dar todos os dias.” Eu fiquei mais uma fez surpreso com essa afirmação vinda de vocês que há poucas linhas atrás garantem que as papinhas industrializadas são feitas com alimentos frescos e saudáveis. Se o são realmente porque a idéia não é oferecer todos os dias? Que receio vocês tiveram de não indicar com tanta propriedade quando o assunto é freqüência? Por quê não oferecer todos os dias? Se são práticos como sugere o texto no blog, por que gastar tempo com o cozimento de outros alimentos que são difíceis de preparar, tomam o tempo dos pais tão ocupados e até mesmo preguiçosos? Pelo tamanho esforço que fazem as autoras, deveriam ficar apenas com as papinhas prontas, e pronto. Mas se é possível ter mais cuidado com seus filhinhos, repensem o próprio tempo, e reflitam se seus filhos não merecem um pouco mais do seu tempo e cuidado agora para não serem vítimas das indústrias que tem apenas um único cuidado, o de não deixarem de lucrar com a propaganda de que tudo o que fazem é para o seu bem. Será?
    No Chile, das cinco amostras das papinhas prontas de purê de frutas estudadas, três (de ameixa da Gerber-Nestlé, Tutti-Frutti e de Pêssego da Nestlé) continham resíduos de Iprodione, um fungicida tóxico para uso agrícola. De acordo com normas da União Europeia (UE) é considerado cancerígeno da categoria 3, ou seja, com efeitos preocupantes sobre os seres humanos, mas insuficientemente estudado. Causa transtornos hormonais que afetam o fígado, as glândulas suprarrenais, os testículos, os ovários, a próstata, os rins e os dutos seminais. Os valores encontrados nas papinhas de ameixa e de pêssego são de 0,04 mg/kg e 0,08 mg/kg, respectivamente, e superam os limites máximos estabelecidos como aceitáveis para resíduos de agrotóxicos em alimentos para crianças segundo as normas da UE. http://www.rel-uita.org/companias/nestle/chile-agrotoxicos_hasta_en_la_sopa-por.htm
    “Presidente da Nestlé defende segurança dos alimentos transgênicos em relação aos orgânicos”. Essa é a nota em um artigo na internet:
    http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?tit=presidente_da_nestle_defende_seguranca_dos_alimentos_transgenicos_em_relacao_aos_organicos&id=18808 em que o presidente defende que apenas os orgânicos tem vítimas mortais e que os alimentos transgênicos não. Quem garante? Não existem estudos conclusivos. Sabemos que os transgênicos causam impacto no solo, eterno. Você confia em dar ao seu filho um alimento transgênico? O presidente da Nestlé diz que sim. Você decide! São esses os alimentos frescos e saudáveis da Nestlé.
    E se esse blog firma o louvável propósito de orientar ou mesmo propor soluções para melhorar a alimentação infantil, é preciso também abrir aos olhos paternos sobre todos os riscos que envolvem essa alimentação. É um compromisso que esse blog não pode se eximir. Sabemos que também os alimentos naturais, direto das hortas e até mesmo os orgânicos tem seus riscos, mas que podem sem controlados com boas técnicas de higiene, técnicas essas que poderiam ser ensinadas por aqui. Estimular à justificativa do tempo e da preguiça para substituir os alimentos naturais que além de oferecer maior segurança e nutrição, também são com eles que se pode conseguir aquela consistência ideal para estimular a mastigação e facilitar a deglutição infantil, o que as papinhas industrializadas não oferecem.
    Talvez, uma vez ou outra você mãe, você pai tenham que recorrer às facilidades da indústria alimentícia nada preocupada com a saúde do seu filho, mas é um recurso que pode ser utilizado na falta de algo melhor. Mas é bom frisar, que vocês se esforcem, e isso vocês conseguem, a lançar mão desses meios alimentícios apenas quando for impossível fazer de outra forma.
    Os seus filhos e filhas agradecerão muito os esforços que fizerem para garantir-lhes alimentos realmente frescos e saudáveis, na consistência ideal, preparado com os cuidados de quem os ama muito, você mamãe e você papai.

    1. Comer para Crescer disse:

      Oi Rodrigo, muito boa a sua reflexão. É sempre bom ouvir pessoas que nos fazem pensar e repensar nossos objetivos. Mas para ficar uma discussão mais inteligente, que tal ler os posts e conhecer o blog antes de escrever de forma apressada só porque ficou irritado com palavras como papinha pronta e Nestlé? Assim da próxima vez seu comentário terá mais argumentos…
      E por favor, vamos voltar a conversar quando você tiver filhos e for cozinhar para eles…
      Para responder a parte onde você questiona porque não mandamos dar papinhas prontas todos os dias, reproduzo aqui parte de um post que escrevi um ano atrás. O link para o post original é http://www.comerparacrescer.com/2010/02/26/a-verdade-sobre-as-papinhas-prontas/. Eis o texto:

      Bem, se é assim tão confiável, por que não é legal dar papinha pronta todos os dias?

      Há pouca variedade. São 4 doces na Etapa 1, 8 salgadas e 9 doces na Etapa 2, 4 salgadas e 1 doce na Etapa 3 e 4 salgadas na Etapa Júnior. Quem oferece apenas a papinha pronta corre o risco do filho enjoar e esquecer o prazer de comer
      O tempero é sempre o mesmo. E é importante que seu filho conheça a sua comida, o seu tempero, os seus segredinhos culinários, os alimentos típicos da região onde mora
      O bebê precisa ver como os alimentos são diferentes. Nada como um pedacinho de batata ao lado de uma carne moída e um arroz branquinho para ele saber que existe uma grande variedade de cores e texturas
      Cozinhar para o filho também é uma forma de se comunicar e amar. Mas tenha certeza de que só de ouvir você orientado a auxiliar da casa já fará com que entenda o quanto se preocupa com ele – o que fará uma diferença enorme na percepção da criança.
      As papinhas prontas foram criadas para crianças até certa idade (segundo o site da Nestlé, a Etapa Júnior alimenta até 3 anos mas eu duvido que alguém realmente agüente tanto). Aí, depois disso, você vai fazer o quê? Continuar apelando para comidas prontas? Melhor enfrentar e desvendar a arte de cozinhar agora!
      O que é melhor: bolo de laranja pronto com aquela cor bege-sem-significado que você abre o pacote e come ou …BOLO DE LARANJA quentinho, bem alaranjado, que acabou de sair do forno, resultado daquela receita que sua tia criou, com cheirinho típico que vai fazer você comer quase tudo e mandar a dieta para longe?

      Quando as papinhas prontas são legais?

      Na estrada ou em passeios longos – para não correr o risco de levar papinhas que podem “estragar” com o tempo e a temperatura inadequada
      Em emergências, quando não há tempo hábil para fazer uma comidinha saudável
      Quando a comida do local (restaurante, hotéis, casa de amigos…) não é assim tão confiável – você pode até se arriscar, mas seu filho não
      Ás vezes, muito ás vezes, quando bater aquela preguiça de cozinhar…

      beijos
      Mônica

  14. Maria Lúcia disse:

    AI, fico pensando que a comidinha de casa deve ser muito mais sudável e gostosa… quem aguenta comer otempero pasteurisado sempre? Amamentar bastante tempo e depois dar comida de potinho??? Concordo com A Aninha, seguro morreu de velho, comida da minha família… se possível que eu conheça a procedência dos alimentos….

  15. alessandra silva disse:

    concordo com seu post em genero, numero e grau !!!! sempre fui contra alimentar meu pequeno Artur com papinha de potinho, até o dia que vi uma propaganda que sugeria a adição da papinha com comidinha caseira de bebe…. testei e adorei !!!!! Não dou papinha com frequencia, normalmente qdo ele esta chatinho para comer ou para variar um pouco e ele come TUDO !!!! Gosto muito do sabor da papinha, alem de ser prática (e equilibrada) em situações de emergencia e em casos de viagens.

  16. Aninha disse:

    Penso que essa dica é superperigosa! Voce sabia que, no Chile, as papinhas da Nestlé foram recolhidas porque tinham PESTICIDAS?
    Minha mãe me dizia: o seguro morreu de velho! Meu bebe só come a comida que eu faço: arroz, feijão, carne e verdurinhas (e organicas) não toma leite de pacote ou em pó, só mama leite do peito!!!
    MINGAU??? DEUS ME LIVRE!!!! para ele ficar balofinho e depois ter diabetes e hipertensão? eu to fora!
    Dou tudo natural: como eu gosto e como ele gosta! Ele tem 8 meses e pesa 9 quilos, tem 80 cm de altura, gatinha e já fala “mamá…té…té..”.quando ve meu peito! rsrsrs
    bjs,

  17. Flavia disse:

    Eu concordo com a Suzy. Morei fora do Brasil e acho que a Nestle tinha que oferecer aqui todas as opções que oferece em outros países. Meu bebê NUNCA comeu nenhuma dessas papinhas daqui. Eu cozinho pra ele toda segunda à noite e congelo para a semana toda. Também trabalho muito, fico cansada mas acho que vale a pena. Mamães fiquem de olho!!!

  18. Chris Pessoa disse:

    QUando eu estou na correria e nao dá tempo de preparar uma refeicao direitinho pra minha filha, faco uma sopinha rápisa e coloco uma papinha dentro da água. Daí fica com as verdurinhas da papinha, pelo menos. Assim a minha filha come, ela já não gosta de comer só a papinha…

  19. Prefiro orgânicas e caseiras. Mas concordo que papinhas da Nestle são uma mão na roda e extremamente confiáveis. São ótimas inclusive para viagens e restaurantes. Aliás, não sei até hj pq a Nestle não fornece para os restaurantes e hotéis child friendly as papinhas. Seria tudo!
    Abs
    Alexandra
    http://www.destemperadinhos.blogspot.com

  20. Comer para Crescer disse:

    Mô,
    Equilíbrio é uma palavra interessante. Uma das definições é “Igualdade entre quantidades: equilíbrio entre despesas e receita.” Afora isso, acrescento que a sugestão de acrescentar sabores caseiros na comida pronta é uma saída bem legal para as várias mães que comentam por aqui que os filhos só comem a papinha.
    beijos,
    Patricia

  21. Monica disse:

    Beatriz comeu praticamente todos os dias, até os 15 meses, papinhas Nestlé. Com o tempo fui incrementando com feijão, carne, frango, outros legumes… enfim, o que era possível.
    Foi a forma que encontrei de oferecer uma variedade maior de alimentos e poder dar a atenção que ela precisava (é um high need baby). Além de todos os afazeres que temos, não é mesmo?
    Uma das vantagens dos potinhos é evitar uma contaminação cruzada.
    Não levanto a bandeira de alimentar assim todos os dias em todas as refeições mas há de se ter consciência que nem todos conseguem ir à feira, cozinhar, limpar, todos os dias. E entre os congelados caseiros pré-dispostos à contaminação e uma papinha Nestlé, fico com a segunda! Bia ama até hoje, está com 22 meses.
    Adorei o post!

    1. Fabio disse:

      Papinha Nestlé todos os dias? Coitada da sua filha…

    2. Fabio disse:

      Papinha Nestlé não contém conservantes? Cozinhe alguns alimentos, bata no liquidificador, coloque em um potinho e deixe na prateleira de um mercado (sem refrigeração) e vamos ver quanto tempo dura sem estragar…

      1. Silvana disse:

        Mas se fosse só cozinhar alguns alimentos, bater no liquidificador e colocar em um potinho. VC poderia se informar mais sobre o processo de fabricação. Sim não tem conservantes, e o alimento é colocado no potinho já esterilizado em uma temperatura bem alta e a vácuo. Vc fala como se fosse um processo qualquer.

  22. Olá. Eu dava balanceado essas papinhas (de vez em quando, porque para mim era mais barato mesmo fazer para os trigêmeos), mas eu acredito que as papinhas não tenham conservantes. Escrevi sobre nosso encontro na Nestlé também http://www.alinedexheimer.com/primeiras-papinhas.aspx e também aqui :http://www.alinedexheimer.com/receitas-da-nestl%c3%a9-e-dicas.aspx
    Beijos.

  23. Paula Belmino disse:

    Eu sempre dei as papinhas nestlê a minha filha e tbm comida caseira nunca vi problemas, acho que precisa ser balanceada, uma alimentação nutritiva com frutas, cereais legumes e todas as fotoes de vitaminas e minerais.

  24. Patricia disse:

    Sempre tenho uma papinha Nestlé na bolsa, nunca sabemos qdo vamos precisar, né?
    Já acrescentei algumas vezes macarrão, pq tinhamos chegado de viagem e não tinha nenhum legumes, nem nada na geladeira pra dar de comida pra ela.
    Obrigada pela dica!!!
    bjs

  25. Suzy disse:

    Oi, esse post poderia tranquilamente ser enquadrado como propaganda enganosa.
    O que mais me incomoda é que o mote de tornar as papinhas + saudáveis acrescentando alguns ingredientes pra facilitar a vida de quem não tem tempo pra cozinhar é totalmente contraditório com as “dicas”…Se vc vai cozinhar cenoura, brócolis e vagem para acompanhar o “espaguetinho a bolonhesa” nestlé qual a diferença em termos de praticidade em fazer massa integral com os brócolis, a cenoura e a vagem? Se vc vai fazer alguma preparação com lentilha pra acompanhar a papinha “sopinha de beterraba, caldo de feijão e legumes”, qual o problema em cozinhar a lentilha com os legumes e beterraba? A desculpa da praticidade cai por terra, sobra o que? Se vc não tem tempo pra cozinhar só sobra industrializado. Se for escolher entre macarrão instantâneo (pq a autora não cita explicitamente o Maggi Lamenitos da própria Nestlé?) dê papinha da Nestlé que tem menos sal!!!
    A única receita oferecida não é com as papinhas da Nestlé, é um mingau, dito natural, com fruta, leite Ninho 1+ e Mucilon Arroz. Ambos com açúcar, emulsificantes e aromatizantes artificiais, cadê os “alimentos frescos e saudáveis” alardeados pelo blog?
    Ora bolas, em outros países, nos quais há concorrência de fato no mercado de papinhas, a própria Nestlé oferece opções sem sal, no vapor etc que nem chegam no Brasil.
    Ora bolas 2, há todo um universo saudável, prático e rápido longe das papinhas prontas. Nas grandes cidades há sempre empresas que elaboram papinhas congeladas saudáveis de fato , congelar em casa também não é um bicho de 7 cabeças.
    E, por fim, que idéia é essa desse título “comida industrial x papinha pronta”? As papinhas da Nestlé são feitas, armazenadas e comercializadas de forma artesanal? O sabor das papinhas da Nestlé é o mesmo que o de comida fresca feita na hora? Então tá, que tal a autora do blog assumir o desafio de alimentar-se exclusivamente com as papinhas da Nestlé por um mês e nos provar o quanto são saborosas, saudáveis e práticas?
    um beijo,

    1. Comer para Crescer disse:

      Susy, acho que você não entendeu o post.
      1) Em nenhum momento foi dito que o objetivo era tornar as papinhas prontas mais saudáveis e sim TORNAR AS REFEIÇÕES MAIS SAUDÁVEIS.
      2) Sobre a praticidade: caso não saiba, tem muita gente que cozinha os legumes e serve com o macarrão instantâneo achando que isso é saudável e não é. A ideia de combinar com outros pratos é o de inclusive aproveitar algo que tem na geladeira já pronto. Não é o melhor dos mundos, mas é o “menos pior” quando nos damos conta de que uma grande parte dos pais oferecem comidas industrializadas para bebês – essa é uma informação de uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatra no ano passado e pode ser encontrado no site deles.
      3) Não citei marcas de macarrão instantâneo pois existem várias no mercado e o mais famoso nem é o da Nestlé e sim o Nissin, conhecido como Miojo. Eu nem conhecia esse da Nestlé…
      4) Sim, é melhor oferecer papinha pronta da Nestlé, que não contem aditivos, do que um macarrão instantâneo cheio deles. Alardeamos o uso de alimentos frescos e saudáveis aqui no blog mas também somos realistas (e mães) para saber que existem dias onde precisamos de algo rápido e fácil para nossos filhos. Então, que seja o “menos pior”
      5) Sobre o mingau, sim, o nome é infeliz. Mas a ideia é novamente o “menos pior”.
      6) Sobre os “ora bolas”: de novo Suzy, você trata o assunto como se o post mandasse você dar papinhas prontas todos os dias. Não defendo o uso de papinhas prontas e nem o uso todos os dias. Volto a dizer que a ideia é dar algumas vezes, quando estamos sem tempo, sem criatividade, em uma viagem ou passeio. Você me parece uma mãe consciente e preocupada com a alimentação. Mas a maioria não é e oferece muitas bobagens para bebês: refrigerantes, comida industrializada… Meu objetivo é mostrar para esse adulto que se o problema é falta de tempo, então dê uma papinha pronta e não uma lasanha congelada cheia de aditivos.
      7) Acho que você não sabe exatamente o que significa um alimento artesanal: ele é caseiro e não tem compromisso com a higiene ou com a qualidade da matéria prima. Cuidado! Artesanal nem sempre é bom. As papinhas da Nestlé, como explico em outro post sobre papinhas prontas linkado no post, não contém qualquer aditivo e são feitas com produtos frescos. Não sei se perdem um pouco de nutrientes na colocação à vácuo no potinho, mas mesmo se perdem, ainda são melhores do que comida industrializada que contem aditivos. Não é uma alimento fresco e não se compara a uma boa papinha feita na hora em sua casa, mas ganha de um macarrão instantâneo, por exemplo.
      8) Se você se der ao trabalho de ler o post que fiz sobre papinhas prontas saberá que EM NENHUM MOMENTO FOI DITO QUE AS PAPINHAS PRONTAS TEM O MESMO SABOR DA COMIDA FRESCA. Elas são sim saborosas para alguns paladares, são sim saudáveis e são sim práticas. MAS NÃO DEVEM SER OFERECIDAS TODOS OS DIAS!!!
      9) Por favor, aprenda a interpretar um texto antes de criticá-lo levianamente.
      Mônica

  26. Alethéa disse:

    Gostei da dica. Quando viajei com meu filhote, fazia isso: misturava ingredientes mais naturais às papinhas. Ele adorou! Temos que ser flexíveis e fugir de outras opções bem menos saudáveis, né? Abraços.

  27. Fabiana disse:

    Aqui em casa já fiz isso de misturar papinha pronta com comida fresca. Mas porque laura adora uma comida molhadinha. E no momento não tinha nem feijão nem creme de milho ou espinafre nem nada que pudesse deixar o almoço cremoso. Assim, abri um vidrinho e acrescentei um pouco da papinha. Mas não muito, porque por mais que sejam frescas e saudáveis (na medida do posível) para mim, as papinha tem quase tudo o mesmo gosto.

    Bjos.

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