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Para Eugênia, com afeto!

Categoria: Patrícia descobre a feira, Patricia Descobre a Feira por 1 de agosto de 2012

O blog, para mim, tem várias utilidades, se assim posso “dizer”. Uma delas (e acho a mais importante) é a de conhecer pessoas, virtualmente e pessoalmente. É muito legal quando escrevemos posts e eles reverberam em alguém, que comenta, e a gente responde e a pessoa volta, e depois manda e-mail. A conversa continua até chegar a um eventual encontro ao vivo.

Para mim o admirável mundo novo, do Aldous Huxley, é o mundo virtual, que nos possibilita criar laços (afetivos ou profissionais) com pessoas que jamais iríamos encontrar se permanecêssemos em nossos núcleos. Esse movimento me faz muito bem. Eu fico sinceramente feliz e surpresa com essas “reverberações”. Anteontem, aconteceu de novo. Na segunda-feira, republiquei o post sobre Lanchinhos para Bebês de 10 meses. Escrevi o texto, na primeira vez, para ajudar/compartilhar a dúvida de uma leitora, a Eugênia. Como esse post é um dos que mais temos comentários com dúvidas de muitos pais, decidi republicá-lo. Para minha grata surpresa, a leitora que motivou o primeiro post comentou e contou como “a bebê de dez meses” já é uma adorável criança de mais de 2 anos e que come de tudo. Eugênia aproveitou para contar o que vem fazendo para conquistar o paladar da filha e garantir que ela consuma uma alimentação saudável.

Deixo aqui abaixo o simpático comentário/ensinamentos da Eugênia. Vale a leitura.

Enfim, não é fácil ensinar os filhos a optarem pelo o que é saudável first.

Mas é possível.

E, como escreve Eugência, vale muito a pena!

Beijos,

Patrícia

“Querida Patrícia, 
O “bebê da Eugênia” tem hoje, dois anos e três meses… Como sou adepta de um menu bem saudável, que sempre incluiu pouco açúcar, e na fase do 10 meses, nenhum, eu dava a ela legumes no lanche da tarde (cenouras, pepinos, tomates sem pele e sem semente), além de frutas, sucos com duas ou três frutas e sem açúcar, pão integral caseiro, iogurte de soja. Depois que ela fez um ano, tomei a liberdade de lhe dar pão com requeijão, bolachas de sal com um pouquinho de manteiga e, de quando em quando, uma banana com mel. 
Na verdade, a Ana nunca gostou muito de nada doce. Ela sempre rejeitou as “bolachas Maria e Maizena” e demorou para aceitar, com gosto, uma fatia de bolo caseiro. Ela sempre gostou de legumes, frutas e ama cenouras (as minis, então!). Como eu e meu marido cozinhamos, hoje ela participa ativamente do cozinhar, ajudando “a fazer” o almoço/jantar. E adora ir comigo comprar frutas, verduras, algo que ajudou na alimentação dela, pois sei que existem criança mais enjoadas e resistentes a uma dieta “sustentável”. No entanto, vale insistir, pois amor também pelo aprendizado da alimentação, não? Seu blog é de grande valor. Sou grata ao auxílio e tenho respeito pelo esforço e dedicação de você e Mônica. Obrigada!

Beijos e boa semana.

Eugênia”

 

Eugênia, sua linda, .you made my day. Tks.

Beijos,

Patricia

P.S. E o sorteio da caixa da PetiteBoxe continua até sexta feira. Corre lá participar! E só clicar aqui

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2 thoughts on “Para Eugênia, com afeto!”

  1. Eugênia disse:

    Querida Patrícia,

    Eu me emocionei com o carinho do post! Concordo com você… A Internet, o espaço virtual, permite, hoje, encontros gratificantes e auxílio entre pessoas em diversos cantos do planeta. Assim, solidariedade e afeto não se ligam mais a aspectos geográficos somente. Obrigada pelo post carinhoso!
    A maternidade, na minha singela opinião, é algo complexo, nada fácil. Nunca entendi mulheres que dizem que “ser mãe” é algo natural, tranquilo, fácil. Não sinto assim… Cada criança, filho ou filha, é único e exige amor, paciência, atenção, luta e silêncio – porque há momentos que não sabemos o que fazer. Assim, reitero minha gratidão ao trabalho honesto de vocês. Em muitos momentos, eu e meu marido nos guiamos em matérias e sugestões dadas por vocês para humildemente aprender a lidar com a Ana e, desse modo, ajudá-la a crescer. No final, é isso que tentamos fazer: ajudá-los a crescer (e de forma saudável) a fim de que mais tarde se tornem pessoas luminosas e autónomas.
    Beijinhos e muita luz para você e Mônica. Namastê! Eugenia

    1. Comer para Crescer disse:

      Querida, Eugênia.
      A maternidade é a melhor escola que podemos frequentar. Sempre brinco dizendo que depois de termos filhos erguemos prédios, aviões sem ter faculdade de engenharia. Nada é impossível depois que se passa pela escola da maternidade/paternidade. Nada exige mais de um ser humano do que educar um filho a ajudá-lo a crescer (e de forma saudável). E ainda bem que existe a internet para nos ajudar nessa jornada. Eu acredito que a internet só melhorou a nossa função, ajudou a sociedade a sair de seus núcleos geográficos e ampliar os horizontes.
      Obrigada por nos ler, por nos apoiar, por confiar em nós, e pela luz (estamos precisando!)

      beijos,
      Patricia

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