Category : notícias

 

 

E ficamos tão felizes que resolvi fazer um glossário explicativo sobre o que aconteceu esses dias. Vem comigo…

 

BLOG – aquele lugar onde você decidiu que teria mais do que os tais cinco minutos de fama que o Andy falou.

HOSPEDAGEM E DOMÍNIO – tem quem entre para a família blogspot ou wordpress (as mais tradicionais). Mas tem quem resolva ser independente, compre a própria casa (o domínio) e aí precisa de um terreno onde colocá-la (uma hospedagem). Como nós fizemos.

HACKER– sujeito mega blaster nerd que tem como diversão principal invadir sites/blogs alheios divulgando uma causa (mesmo que seja a de que ele tem não nada melhor para fazer). Às vezes ele resolve invadir uma empresa de hospedagem. E conseqüentemente acabam dentro da casa de quem está no terreno. Tipo um arrastão. Foi o que aconteceu com nós.

CURDOS – sem-tetos perdidos ali entre o Irã, Iraque, Turquia, tentado fazer da região do Curdistão um país para chamarem de seu, pois assim foi prometido para eles. Às vezes um hacker adere à causa e invade a net para lembrar que eles existem. Foi o que aconteceu com nós.

REDES SOCIAIS – local onde – além de colocar uma foto do filho por segundo, “desabafar cazamigas”, tentar um networking e inventar uma nova frase pra Clarice Lispector – você também pode pedir ajuda. Foi o que fizemos.

@ferramentasblog – Eles são rápidos! Eles são didáticos! Eles tem paciência com os leigos! Eles são Marcos Lemos e Claudio Sanches, salvam sua pele e mudam sua casa de terreno. . E podem ser encontrados aqui.

COMER PARA CRESCER – um blog bem legal, viu gente? Voltem sempre aqui, por favor. No momento estamos colocando ele em ordem. Em breve ele estará inteiro!!!

MÔNICA E PATRÍCIA – garotas bacanas que esqueceram até de dar comida para os filhos nessa última semana! E que agora estão felizes e famintas!

 

Beijos

Mônica

Seja um voluntário online

 

Desde que perdi um filho com três meses de idade e passei por três UTIs Neonatal recebendo MUITA ajuda, penso em ser voluntária ajudando a cuidar de bebês prematuros. Por completa falta de organização minha e do contexto de vida, ainda não consegui realizar esse sonho, mas a ideia de ajudar o próximo sempre esteve presente, seja doando as roupas das meninas para o Amparo Maternal aqui em São Paulo, seja apenas dando bom dia para os vizinhos – as minhas são todas senhoras de idade que ficam em seus portões a espera de uma boa prosa e uma conversa de cinco minutos (“Ola Dona Maricota, como está? Melhorou do tombo? E aquela receita nova de torta, deu certo?) já faz toda a diferença.

Aí ví o anúncio dessa blogagem coletiva no A Vida como a Vida Quer, da @samegui e pensei: poxa, posso ser voluntária divulgando isso! O Comer para Crescer apoia essa ideia porque tanto eu, quanto Patrícia, sabemos a importância disso.

E lendo os posts e tweets sobre o assunto, vi a dica da @RogeriaThompson: o site Voluntário OnLine, onde você pode ajudar instituições e Ongs sem mesmo sair de casa. Basta usar sua inteligência e seu poder de divulgação para ajudar. Ou descobrir sendo um voluntário presencial mesmo. Em uma pesquisa rápida descobri que posso ajudar escrevendo! Ou ajudando a criar sites, dando ideias, pensando em layouts e até mesmo elaborando gincanas para as crianças. Olha que delícia.

Como disse a Sam no post que concentra a ação: Ser voluntário é positivo, tanto para quem faz como para quem recebe o gesto. O voluntariado pode ser feito no dia a dia e mesmo em pequenas ações, algumas delas acontecendo no ambiente digital.

Bem, fica aqui a dica minha e da Patrícia. É a sua chance!!

beijos

Mônica

 

Agora somente ovos caipiras e orgânicos

Não compro mais ovo comum. E nenhum cientista andou “maledizendo” o ovo nosso de cada dia. Dessa vez, esse povo que adora procurar pelo em ovo está quietinho. Aliás, acho bom que fiquem em silêncio porque ovo é tudo de bom e é a proteína que o Miguel come sem drama.

Bom, passei a achar que o único ovo bom mesmo é o caipira. Melhor ainda se for caipira e orgânico (mas esse custa um pequena fortuna). Voltando… Passei a acreditar nisso porque sou uma mulher altamente influenciável e depois que assisti a um vídeo da ABC News sobre a qualidade do ovo usado num lanche do McDonald´s, nos EUA. As galinhas, tadinhas, todas presas numa gaiola com mais cinco comadres – algumas vivas outras nem tanto. Nunca são soltas. Jamais enxergam a luz do dia. Vi uma imagem parecida em um dos livros de receita do Jamie Oliver, nem lembro mais qual, o que já tinha me motivado a comprar cada vez mais ovo caipira. Mas a cena das donas galinhas amontadas me chocou tanto que agora não abro mais exceção porque acredito que por aqui as condições devem ser bem parecidas.

Enfim, o que aconteceu é que no dia seguinte ao ver o vídeo eu desembolsei incríveis R$ 8 por uma mísera dúzia de ovos caipiras, orgânicos e grandes. Daqui para frente vou arcar com esse custo por um motivo muito simples: Samuel e maridón amam comer ovo quente, aquele que é praticamente cru, sabe? Acha que tenho coragem de dar ovo de galinha sofrida para os meus amores. Nada disso. Para eles apenas ovo de galinha feliz, poedeira e daquelas bem folgadas que se acha a rainha do galinheiro! Pelo menos até eu ter grana para bancar o custo desse ovo.

Se você quer ver as galinhas amontadas e ficar com nojo? Aperte o dedo aqui.

beijos,

Patricia

PS: Pensei tanto na Ginger, a galinhas-líder da Fuja das Galinhas, e também nos nossos excessos, no consumo excessivo de comida industrializada que exige uma produção de ovos ininterrupta! Onde esse mundo vai parar, como dizia minha vó Lidia.

Ainda sobre obesidade na infância

Ainda vou manter o assunto sobre obesidade infantil (o mesmo de ontem) mas por uma boa causa: me deparei com duas notícias sobre o assunto. Uma delas é o achado acadêmico do Children’s Hospital Boston, Harvard Medical School e o Harvard Pilgrim Healthcare. É uma pesquisa indicando que as curvas de crescimento que os pediatras usam para avaliar o desenvolvimento do bebê podem predizer o risco de a criança ficar obesa mais tarde.   Essa é uma boa notícia.

O texto publicado no Estadao.com  diz que…

…o estudo avaliou mais de 44 mil bebês e descobriu que aqueles que subiram dois ou mais percentis na relação peso estatura na curva de crescimento em qualquer momento antes dos dois anos de idade, tinham o dobro do risco para obesidade aos cinco anos de idade e aos 10. O percentil peso e comprimento mostra como o peso do bebê se situa em relação a outros da mesma altura.

O estudo também descobriu uma prevalência mais alta de obesiade futura entre bebês que subiram doi oumais percentis antes dos seis meses de idade, o que estavam em um percentil alto já na primeira visita.

A segunda notícia na verdade é a indicação do podcast que o pediatra Mauro Fisberg participou sobre obesidade na adolescência. Recomendo fortemente ouvir, clicando nesse link (site da Amil). Mauro é  pesquisador-nutrólogo que há mais de uma década vem batendo na tecla do risco da obesidade na infância e adolescência. E esse podcast é esclarecedor. Vale a pena ouvir!

beijos e juízo,

Patrícia

 

 

 

 

 

 

COMER PARA CRESCER na Manequim de outubro!

Só para vocês ficarem felizes pela gente!

 

Clique aqui para ver maior!

 

Já vou avisando que o post é longo e mau-humorado.

Distúrbios de alimentação: Mitos e verdades. Esse foi o tema da primeira palestra no café com blog, do Hospital Sabará. O pediatra José Luiz Setúbal começou a conversa contando que há dois ou três anos, durante palestra nos EUA, ouviu de um pediatra uma observação preocupante: as crianças nascidas nessa década correm o risco de serem as primeiras a viver menos que as de gerações anteriores por causa da obesidade.

E boa parte das crianças obesas ou com excesso de peso são vítimas de erro alimentar. VÍ-TI-MAS, sim, afinal não custa lembrar que quem compra os alimentos para nossos filhos somos nós, os adultos da relação.

Então, dito isto, a Academia Americana de Pediatria listou as principais causas de erro alimentar. São elas:

1º – vulnerabilidade diante da propaganda voltada para as crianças;

2º – sedentarismo;

3º – excesso de ingestão de alimentos supercalóricos.

A psicóloga Patrícia Spada, especialista em distúrbios de alimentação e presente na palestra, foi categórica ao dizer que o erro alimentar começa em casa, com a família. “Há uma questão cultural fortemente arraigada da associação da imagem do bebê, e da criança até os 2 ou 3 anos, fortinha, gordinha, com a da criança saudável. A imagem da criança de bochechas cheias e rosadas está ligada à mensagem de boa função materna, de que a mãe está realizando bem a sua função que é alimentar seus filhos”, diz a psicóloga.

E é assim mesmo. A gente sente na pele essa história de que criança magra é doente. Criança cheia de dobrinhas é saudável. Eu e Mônica somos mães de crianças magrinhas, “puro osso” como dizem meus filhos, e alvo de olhares do tipo “tadinhas, tão pequenas”. Esta tal magreza dos nossos filhos motivou a Mônica a escrever o ótimo post Criança magra = criança doente? (http://www.comerparacrescer.com/2010/04/26/crianca-magra-crianca-doente/), que gerou muitos comentários (alguns bem assustadores). Na nossa seção Ajude A Fazer o Comer (http://www.comerparacrescer.com/2011/05/11/ajude-a-fazer-o-comer-para-crescer/) temos várias perguntas que seguem a mesma linha.

Diante da pressão para que o filho tenha gordas bochechas e roliças pernas (como eu aos 2 ou 3 anos), o que faz a pobre mãe? Culpada por achar que não está sendo competente na sua função de fornir as herdeiras, recorre aos tais alimentos supercalóricos. Quais são eles? Vários. Um deles é o leite engrossado com farinhas ultra-mega-blasters açucaradas, oferecidas várias vezes ao dia. E assim a criança vai se acostumando a comer muito e comer muito doce, perdendo a noção de saciedade e engordando.

“O melhor é disciplinar a família, propondo e ensinando práticas de hábitos saudáveis de alimentação”, diz a psicóloga Patrícia.

E quem pode ensinar esses pais? Talvez o pediatra. Mas, segundo José Luiz Setúbal, 80% das crianças que são levadas ao Sabará, que é um hospital particular, NÃO TÊM PEDIATRA!!!!!!!

Ok, você pode argumentar, então, que o filho até tinha pediatra, mas o sujeito não te orientava direito, que não escutava as queixas com ouvidos de quem tem interesse em escutar. Concordo. Isso pode até acontecer. Mas, segundo dr. Setúbal, muitos pais não têm pediatra “porque o médico não atende depois das 20h, único horário possível pois antes disso estou trabalhando.”

Oi? PÁRA TUDO (não consigo ainda escrever pára sem acento). Acho que dormi durante 20 anos e por isso estou perdida e não estou entendendo. Como assim o médico atender às 20h? Sério que não há clima na firma para sair mais cedo -ou chegar mais tarde- para levar o filho ao pediatra ou nutricionista? Será que estou maluca por achar que estamos diante de uma sociedade que assiste de camarote crianças adoecerem diante dos nossos olhos, com risco de enfartar cada vez mais cedo, e os pais se escorando na desculpa de “não dá para faltar porque meu chefe é o ogro do pântano”?

Ou será que não estamos dispostas a não fazer nada. Estamos na pegada de “eu mereço” e, portanto, vamos nos entupir – e engordar nossos filhos – de açúcar e de gordura e se jogar no sofá sem pique para nada. A nutricionista Luciane, também especialista do Sabará, contou na palestra que somos capazes de consumir, POR IMPULSO, 150 calorias durante uma hora de TV por dia.

150 calorias consumidas assim, rapidinho. A criança pode consumir menos, claro. Pode pedir maçã, pêssego, banana SE for ensinada, SE estiver à disposição dela, numa fruteira sobre a mesa e não socada na geladeira, escondida ou inalcançável.

Não acho que seja TÃO impossível assim avisar a chefia com alguns dias de antecedência que chegará mais tarde ou sairá mais cedo, porque vai levar a criança no pediatra, na nutricionista, na terapeuta, no oftalmologista, dentista… (Se for, esfole a chefia sem-noção e se junte a Zumbi porque escravidão, pelourinho, graças a Isabel, já se foi a séculos!)

Como disse a Mônica no polêmico post Não culpe o fast food, vá educar seu filho (http://www.comerparacrescer.com/2011/10/13/o-mcdonald%C2%B4s-esta-mais-saudavel-ou-nao-culpe-o-fast-food-va-educar-seu-filho/): sim nós podemos, nós temos a força. Nem é preciso peitar chefe, se indispor com as colegas de trabalho, se desgastar com o RH. Dialogar, compensar horário, antecipar trabalho.

Dá trabalho? Não, se você é organizada. Sim, se é desorganizada como eu (mas, como tenho um maridón germanicamente organizado, tô no lucro).

O que não é possível é persistir no erro alimentar que leva a criança para o poço da obesidade (sabia que dentro desse poço ela mergulha ainda mais fundo para o diabetes, colesterol, depressão, bulling etc?). É uma desgraça, basicamente. Jura que ver uma criança assim não te atormenta a ponto de fazer você mudar completamente a rotina para tirar esse pequeno ser, que não tem autonomia, do poço que ajudamos a jogá-la?

É o caso de azucrinar o(a) pediatra, de buscar um pediatra nutrólogo, nome do médico especialista em nutrição. Além disso, pode parando de comprar pacotes e mais pacotes de biscoito, bolachas recheadas, sucos e mais sucos de caixinha, chocolates, balas etc. Tudo isso tem açúcar e gordura em demasia. Minha mãe, para o meu desespero, comprava um para o MÊS!!!! Acabou, acabou! Claro, que não repito a loucura materna, mas não compro muitos e procuro variedades, olho rótulo, leio os ingredientes. Sou muuuuito pentelha. Troco por pipoca. Mais saudável e gostoso. Faço bolo sem recheio e cobertura (nem sempre, claro). Incluo, quando possível, fruta no sorvete. Controlo. Limito. Vario. Organizo. Cozinho com meus filhos (nem sempre comida de baixa caloria), mas adoro que eles fiquem comigo na cozinha. Basicamente, a diferença entre a minha casa e um quartel, é que aqui temos amor e justamente, por isso, não somos negligentes. Não temos coração de pedra, mas também não achamos normal criança ter de usar roupa de adulto porque tem peso em excesso.

E sorry pelo post enooooorme.

Beijos,

Patricia

PS: Dr. José Luiz Setúbal explicou que a obesidade infantil não atinge mais as crianças das classes B e C do que as de classe A. A obesidade infantil é universal atinge tanto as crianças do andar de cima quanto as do andar de baixo (parafraseando Elio Gaspari).  Aliás,  pesquisa da Unifesp já mostrava esse erro generalizado na alimentação infantil em todas as classes sociais há dois anos.

Refrigerantes transformam adolescentes em Hulks?

Lembro que eu sempre ficava impressionada quando o David Banner ficava com raiva e ia ficando cada vez mais verde, raivoso e sem controle. Parece que os garotos de hoje estão se transformando em Hulks raivosos depois de alguns bons goles de Coca-Cola ou quaquer bebida cafeína que o valha.

Pesquisadores americanos relatam que os adolescentes que consomem mais de 14 latas de bebida com cafeína por semana (uma média de duas por dia) são extra violentos. Eles estudaram 1.878 crianças em 22 escolas públicas de Boston. Daqueles que bebiam 14 ou mais latas por semana, 43% carregava uma arma ou uma faca. Daqueles quem consumiam um refrigerante ou menos por semana, 23% do total também portava tais armas.

Os pesquisadores, que publicaram o estudo no Injuri Prevention, disseram que o efeito de tais bebidas tem “a mesma magnitude que o impacto do álcool ou do tabaco”, embora os pesquisadores não saibam se é o açúcar, a cafeína ou algo totalmente diferente que seja o botão de disparo para a violência.

O fato é que os cientistas encontraram uma ligação entre todos esses adolescentes e seus comportamentos explosivos.

É isso aí,

Patricia

 

 

 

COMER PARA CRESCER no programa Papo de Mãe

Para quem ainda não viu, olha nós no programa Papo de Mãe!!
beijos


Programa Papo de Mãe – Mães blogueiras – Parte 1 por papodemae


Programa Papo de Mãe – Mães blogueiras – Parte 2 por papodemae


Programa Papo de Mãe – Mães blogueiras – Parte 3 por papodemae

Quem é você?

Amigos,

A gente continua querendo saber mais sobre nossos leitores com o nobre objetivo de melhorar o Comer para Crescer, temperar as receitas, adoçar as dicas. Para isso, pedimos para você responder nosso questionário QUEM É VOCÊ?É anônimo e mais rápido do que engolir uma colherada! E vai nos ajudar MUITO!

Vamos refogar as respostas, fazer um bom cozido e oferecer um prato ainda mais gostoso!!!

beijos

Mônica e Patrícia

 

 Então, quem acompanha o blog há tempos sabe que me pego, faz anos, com os 43% das necessidades diárias de sódio para uma dieta de 1450 calorias para crianças entre 4 e 6 anos, que vinham estampados na Tabela de Necessidades Diárias do Toddynho.

Porque tanto sódio em apenas 200 ml de bebida? Não seria possível reduzir e manter a mesma qualidade?

Faz algumas semanas que Samuel chamou a minha atenção para o fato de o Toddynho ter reduzido a quantidade de sódio. “Mamãe, agora só tem 8%”, disse o garoto, todo animado.

Eu, feliz da vida com o povo do Toddynho, que tinha finalmente conseguido reduzir a quantidade de sódio na bebida láctea mais consumida entre as crianças, fui conferir a tal conquista. Realmente a redução está lá: o que antes eram 43% hoje está escrito 5% das necessidades diárias de sódio (e não 8%, como achou o Samu).

Mas lendo mais atentamente as informações abaixo da tabela, vi que esses 5% referem-se a uma dieta de 2.000 calorias!

Opa! Mudança no texto! Ficou igual a todos as outras empresas.

[Parênteses: Mesmo tendo excesso de sódio, sempre deixei claro que o Toddynho era a ÚNICA empresa pro-ativa na informação da rotulagem. Como o principal público consumidor do produto deve ser o infantil, o povo do Toddynho se preocupava em informar os valores de referência para essa idade. Atitude única. A Nestlé nunca fez isso no Nescau(zinho). Sempre informou valores de referência de uma dieta de adultos. Será que o principal público consumidor de Nescau(zinho) é o adulto?]

Mas, parece que a Pepsico, empresa do Toddynho, decidiu rever alguns pontos na informação da tabela nutricional.

Fiz uma contas aqui em casa. Regra de três, tal… E achei que os valores de sódio para uma dieta de 1450 calorias para crianças entre 4 e 6 anos continuam elevados.

Pô, fiquei bem chateada com essa mudança. Sabe aquela sensação de “alguém tá querendo me tapear?”

Resolvi conversar com a empresa sobre o caso. A resposta você vê abaixo:

Olá, Patricia,

lemos o post “Poxa Toddynho…”, assinado por você no “Comer para Crescer”  sobre Toddynho. Agradecemos sua admiração pela marca. Gostaríamos, agora, de esclarecer que a tabela de referência nutricional de Toddynho foi alterada devido a uma definição da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a fim de padronizar as tabelas nutricionais de todos os alimentos e bebidas comercializados no país. Realmente, a tabela anterior tomava como base uma dieta de 1.450 calorias e a atual considera uma dieta exclusivamente de 2.000 calorias, como definido pelo órgão regulador. É importante explicar a você que a quantidade de sódio presente no produto não foi alterada e que a PepsiCo está comprometida em levar ao consumidor uma comunicação transparente sobre seus produtos.

 A empresa reforça que, balizada por sua visão de negócios chamada Performance com Propósito, tem metas globais de reduzir a quantidade média de sódio por porção nas principais marcas globais de alimentos (SERÁ TODDYNHO UMA MARCA GLOBAL?), em torno de 25% até 2015, tendo 2006 como a linha de base. Além disso, as metas estabelecidas pela companhia contemplam reduzir a quantidade média de gordura saturada por porção, em torno de 15% até 2020, e 25% de açúcar adicionado até 2020.

Estamos à disposição para mais esclarecimentos.

 

Equipe de Comunicação PepsiCo Brasil

 

Beijos,

Patricia