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	<title>Comer para Crescer</title>
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		<title>A mãe (e o pai) e o prato de comida</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criança seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[meu filho não come]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos temas mais presentes por aqui é o porque meu filho não come. Esse é um assunto recorrente porque não é um problema exclusivo das crianças, apesar de a criança com dificuldade alimentar apresentar alguns perfis, que já publicamos numa série publicada aqui no blog. Descobri na palestra do dr. Mauro Fisberg, pediatra e um dos principais especialistas em nutrição infantil no Brasil, no 4º Encontro Internacional sobre Dificuldades Alimentares, que existem perfis de famílias de crianças com dificuldades alimentares. &#8220;Várias razões podem transformar a criança em um picky eater, seletivo etc entre elas está a postura da família&#8221;, explicou o o médico Benny Kerzner, professor e pediatra americano e pioneiro no estudo de distúrbios alimentares infantis.</p>
<p>Entre os perfis familiares da criança com problema alimentar, os médicos apresentaram quatro tipos:</p>
<p>- Famílias normais: são as que respondem à demanda da criança, entendendo se ela é seletiva, se tem pouco apetite porque é muito ativo, e têm paciência para treinar o paladar e apetite dela.</p>
<p>- Famílias permissivas ou indulgentes: são aquelas que não têm controle sobre a criança e na primeira dificuldade acabam cedendo à vontade do pequeno e acabam se tornando reféns dele.</p>
<p>- Famílias controladoras: são aquelas rígidas e que não permitem que a criança se manifeste ou se impõem totalmente à vontade da criança.</p>
<p>- Famílias negligentes ou abandonadoras: são famílias que não se importam com o filho e podem levar a criança a ter uma quadro de depressão e ansiedade e o resultado é um filho apático diante do prato de comida.</p>
<p>Afora o último perfil, os outros três não são tão fáceis de serem identificados. Eu, por exemplo, achava que fazia parte da categoria normal (claro!).</p>
<p>Mas ao assistir um video exibido pelo Dr. Bill MacLean durante o congresso, descobri que sou controladora (quanta surpresa).</p>
<p>No vídeo, um garoto de pouco mais de um ano está sentado no cadeirão e chorando muito enquanto a mãe tenta alimentá-lo. Ele chora, vira o rosto se recusando a receber a colher de comida que a mãe oferece. Na segunda recusa do menino, a mãe enfia a colher dentro da boca da criança, o que a irrita ainda mais e eleva a potência do choro, com a boca aberta e a comida parada entre a língua e os dentinhos. A mãe não estava irritada. Conversava com o filho com voz carinhosa, tentando acalmá-lo. Eu me vi nessa cena. Foi quando Dr. MacLean explicou que ao enfiar a colher na boca insistindo para que a criança comesse, a mãe estava sendo controladora. Sim, isso mesmo. Foi quando eu perguntei se a criança, chorando daquele jeito, não estava fazendo manha.</p>
<p>Dr. MacLean riu e disse que ele tinha tendência a dizer que sim, mas, naquele caso, o garoto não estava fazendo manha. &#8220;Observem que ele está realmente lutando contra a colher. Ele é uma criança ativa, que não quer parar de brincar para comer, não quer ficar no cadeirão, mas a mãe não lhe dá nenhuma opção&#8221;, disse o médico, que mostrou a cena seguinte: ele pediu à mãe para que colocasse a colher, com comida, alguns milímetros abaixo do lábio inferior da criança, que naquele momento chorava muito, virava a cabeça para um lado e para o outro tentando impedir que a colher fosse para a boca. Mas, para a surpresa dele, a colher não se movimentou. Ficou parada. Ele foi diminuindo o choro e olhando para a colher. Em poucos segundos, ele parou de lutar contra a colher. Sorriu. Pegou a colher da mão da mãe e do jeito dele colocou na boca.</p>
<p>Ver aquela cena foi revelador para mim. Eu sou uma mãe controladora, mas estou no nível 3, acho, da controladoria porque não desejo há muito tempo que os meninos esvaziem o prato nem enfio a colher na boca deles. Dou a eles a opção de colocar a quantidade desejada de comida no prato (famílias controladora, em geral, colocam duas vezes mais comida no prato do que a criança pode comer, disseram os médicos) e desde muito pequenos, os meninos têm os próprios talheres, garfo e faca, inclusive. Dar à criança o poder de escolher a quantidade de comida e, do que lhe é oferecido, o que colocar no prato é dar autonomia e educação alimentar às crianças, ensinam os médicos.</p>
<p>A  parte mais angustiante dessa história toda é o que já escrevi no post da semana passada sobre ossofrimento das mães de crianças com dificuldades alimentares: são raros os pediatras ou outros profissionais da saúde habilitados para fazer o perfil do tipo de criança e de família com dificuldades alimentares e indicar as orientações mais apropriadas para que a paz reine à mesa na casa dessas pessoas.</p>
<p>Mas, como somos brasileiros e não desistimos nunca, nós, mães, seres poderosos, vamos tentando. Uma hora errando. Em outra acertando.</p>
<p>Da aula que presenciei com os especialistas ficou o aprendizado máximo:  tenha tempo, paciência e olhos de lince para observar seu filho e também você!</p>
<p>Beijos e boa sorte na próxima refeição,</p>
<p>Patricia</p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
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		<title>12 receitas de sopa para aquecer seu inverno</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Temperatura baixando e tudo que a gente quer é algo que aqueça nosso corpo, estômago e alma! Nada melhor do que sopa. Por isso, republicamos aqui as receitas que mais gostamos&#8230; Ela é quentinha, fácil de comer, colorida e totalmente confort food! Pode ser feita de caso pensado, desde o começo do dia. Ou você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temperatura baixando e tudo que a gente quer é algo que aqueça nosso corpo, estômago e alma! Nada melhor do que sopa. Por isso, republicamos aqui as receitas que mais gostamos&#8230;</p>
<p><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11617.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-472" title="1137901775-11617" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11617.jpg" alt="" width="299" height="212" /></a>Ela é quentinha, fácil de comer, colorida e totalmente <a href="http://www.comerparacrescer.com/2010/03/09/comida-com-carinho/" target="_blank">confort food</a>! Pode ser feita de caso pensado, desde o começo do dia. Ou você vai até o fundo da geladeira, mistura tudo o que tem, uma pitada disso, um pouquinho daquilo. Cozinha em fogo baixo, espera o aroma delicioso se espalhar pela casa e pronto!</p>
<p>Escolhi algumas receitas de sopas diferentes entre os livros de cozinha que coleciono e os sites que frequento. Elas são&#8230;diferentes. Por isso, você pode seguir a receita ou apenas se inspirar nelas. Algumas precisam ser adequadas à idade da garotada que vai saboreá-las.</p>
<p>Boa sopa!</p>
<p>beijos</p>
<p>Mônica</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Borsch de beterraba<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132887494-101146.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-479" title="1132887494-101146" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132887494-101146.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a></h3>
<p>3 beterrabas<br />
1 batata-doce média<br />
1 cebola<br />
6 folhas de repolho<br />
suco de 1 limão<br />
1 colher de sopa de azeite de oliva<br />
sal<br />
pimenta-do-reino</p>
<p>Coloque numa panela de pressão as beterrabas descascadas e cortadas em pedaços pequenos, assim como a batata-doce e a cebola. Ponha sal e leve ao fogo para cozinhar. Quando estiverem quase cozidas, retire a panela do fogo, deixe sair a pressão e abra. Coloque então as folhas de repolho e a pimenta-do-reino e leve novamente ao fogo (desta vez sem a pressão) até que tudo esteja bem cozido. Acrescente por último o suco de limão e o azeite. Sirva bem quente. Rende 4 porções.</p>
<p>do livro Receitas Práticas com Verduras e Legumes (Ed. Melhoramentos)</p>
<h3><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132888162-22492.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-480" title="1132888162-2249" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132888162-22492.jpg" alt="" width="311" height="233" /></a>Sopa fria de beringelas e iogurte</h3>
<p>(a receita é fria, mas no inverno você faz quentinha!)</p>
<p>3 beringelas<br />
2 pimentões vermelhos<br />
1 pimentão verde grande<br />
3 potes de iogurte natural<br />
2 dentes de alho<br />
50 g de azeitonas pretas<br />
1 limão<br />
1 pitada de pimenta-caiena<br />
3 colheres (sopa) de azeite<br />
pimenta-do-reino e sal</p>
<p>Lave as beringelas e corte-as no sentido do comprimento. Numa forma untada, coloque as beringelas, os pimentões vermelhos, o verde e leve ao forno para assar e gratinar. Quando as cascas estiverem bem tostadas de um lado, vire-os para que assem igualmente. Retire as beringelas quando estiverem macias e os pimentões quando estiverem dourados. Coloque-os numa travessa com o caldo que foram soltando e, assim que esfriarem, retire as cascas. Remova também as sementes do pimentão. Junte o iogurte, os dentes de alho, o azeite, o suco de 1 limão, uma pitada de pimenta-caiena, pimenta e sal. Bata no liquidificador até obter um creme uniforme. Vá acrescentando água até chegar à textura desejada. Verifique o sal e deixe esfriar. Enfeite com azeitonas pretas e sirva. Rende 6 porções.</p>
<p>Obs: leve ao fogo novamente para ficar quentinha, mas não deixe ferver.</p>
<p>do livro Cozinha País a País &#8211; Grécia, da Folha de S.Paulo</p>
<h3>Sopa de peixe<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116261.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-489" title="1137901775-11626" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116261.jpg" alt="" width="336" height="238" /></a></h3>
<p>1 1/2 kg de robalo em lascas<br />
300 g de erva-doce<br />
150 g de aipo<br />
2 cebolas médias<br />
1 maço de salsa<br />
1 maço de coentro<br />
1/2 colher (chá) de noz-moscada<br />
2 1/2 litros de caldo de peixe<br />
6 dentes de alho, azeite e salsa para o creme de alho</p>
<p>Refogue numa panela larga, com um pouco de azeite, a cebola e o aipo picados finos, Adicione a salsa e o coentro, picados bem fino, e mantenha em fogo baixo até dourar a cebola. Acrescente a erva-doce, picada fina, mexa e tempere com noz-moscada e sal. Cozinhe durante 5 minutos antes de juntar o caldo de peixe. Aumente o fogo médio durante 20 a 25 minutos. Prepare o creme de alho cozinhando os dentes de alho na água até que estejam macios. Retire, descasque os dentes de alho, escorra e amasse-os com um garfo. Tempere e dê liga com azeite extravirgem até obter um creme. Acrescente o robalo à panela deixando cozinhar durante 3 minutos antes de juntar parte do creme de alho. Ajuste o tempero do sal, dê uma última fervura e sirva. Rende 6 porções.</p>
<p>Obs: você pode comprar caldo de peixe em tablete e misturar com água para fazer o caldo.</p>
<p>do livro Cozinha País a País &#8211; Marrocos, da Folha de S.Paulo</p>
<h3><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11618.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-477" title="1137901775-11618" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11618.jpg" alt="" width="204" height="288" /></a>Sopa branca de Sète</h3>
<p>1 kg de cauda de tamboril. Você também pode usar robalo ou dourado<br />
1 l de água<br />
1 l de vinho branco<br />
6 fatias de pão<br />
2 cebolas<br />
2 cenouras<br />
1 alho-poró<br />
2 dentes de alho<br />
1 buquê de ervas aromáticas suaves<br />
casca seca de laranja<br />
açafrão em pó<br />
Alioli (um molho que você faz com alho e azeite)<br />
pimenta-do-reino e sal</p>
<p>Cozinhe em uma panela a parte branca do alho-poró, as cebolas e as cenouras &#8211; cortadas em rodela &#8211; e os dentes de alho picados com água e vinho branco. Mantenha durante 30 minutos em fogo médio. Incorpore o tamboril, limpo e cortado em pedaços médios, tempere com ervas, um pedacinho de casca de laranja, pimenta-do-reino e sal, e deixe cozinhar por 10 minutos (conforme o tempo desejado para o peixe). Doure as fatias de pão no forno em fogo baixo. Retire o buquê e o peixe, coe o caldo e mantenha-o em fogo alto até reduzi-lo à metade. Deixe que esfrie um pouco antes de dissolver nele 2 ou 3 colheres (sopa) de alioli. Sirva o peixe nos pratos, coloque uma fatia de pão em cada um, polvilhe com um pouco de açafrão e cubra o caldo.Rende 6 porções.</p>
<p>obs: dependendo da idade da criança, diminua ou elimine o vinho. O álcool evapora, mas elas podem não gostar do sabor.</p>
<p>do livro Cozinha País a País &#8211; França, da Folha de S. Paulo</p>
<h3>Sopa de cogumelos e frango<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116129.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-481" title="1137901775-116129" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116129.jpg" alt="" width="272" height="384" /></a></h3>
<p>1 1/2 l de caldo de frango<br />
100 g de cogumelos frescos<br />
100 g de peito de frango<br />
2 hastes de cebolinha<br />
1 dente de alho<br />
3 ramos de coentro<br />
2 colheres (café) de pasta de anchova (ou 2 filés de alici)<br />
1 colher (sobremesa) de banha de porco ou bacon<br />
5 grãos de pimenta-do-reino<br />
sal</p>
<p>Amasse o alho, o coentro e a pimenta-do-reino num pilão, até que fiquem com uma consistência fina e homogênea. Salteie com a banha de porco ou bacon derretido, numa frigideira, durante 1 minuto, em fogo médio. Retire da frigideira e reserve. Aqueça o caldo de frango numa panela grande. Quando ferver, acrescente os cogumelos limpos, lavados e laminados. Junte a pasta de anchova e o tempero de alho, pimenta-do-reino e coentro. Dissolva no caldo e mantenha no fogo. Adicione o peito de frango cozido e cortado e aqueça sem deixar que volte a ferver. Polvilhe com as cebolinhas, cortadas em rodelas bem fininhas, ajuste o tempero de sal e está pronto para servir. Rende 6 pessoas.</p>
<p>do livro Cozinha País a País &#8211; Tailândia, da Folha de S. Paulo</p>
<h3><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11641.jpg"><img class="size-full wp-image-482 alignleft" title="1137901775-11641" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11641.jpg" alt="" width="374" height="265" /></a>Sopa de peixe e agrião</h3>
<p>1/4 de xícara de azeite<br />
carcaça de 1kg de pescada-cambucu<br />
1 cenoura cortada em pedaços<br />
1 cebola grande, cortada em pedaços<br />
1 colher (sopa) de sal<br />
1 colher (sopa) de páprica picante<br />
2 litros de água<br />
3 xícaras de folha de agrião</p>
<p>Em um caldeirão ou em uma panela grande, aqueça o azeite. Junte a carcaça, a cenoura e a cebola e frite em fogo médio, mexendo às vezes, por dez minutos ou até dourar ligeiramente. Adicione os demais ingredientes, exceto o agrião, e deixe ferver. Abaixe o fogo e cozinhe, com a panela tampada, por 45 minutos. Passe por uma peneira, reservando apenas o caldo. Volte o caldo ao fogo. Junte o agrião, deixe ferver por um minuto e sirva. Rende 6 porções.</p>
<p>da revista Cláudia Cozinha</p>
<h3>Sopa de Cebola do Outback<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116531.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-483" title="1137901775-11653" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116531.jpg" alt="" width="272" height="384" /></a></h3>
<p>2 litros de água<br />
4 cubos de caldo de carne<br />
3 cebolas médias, cortadas em quartos e fatiadas<br />
1/2 xícara de amido de milho (Maizena)<br />
1/2 xícara de água<br />
1 xícara de creme de leite (235ml)<br />
Pimenta-do-reino a gosto, moída na hora<br />
Uma pitada de alho em pó (opcional)<br />
100g de queijo Gouda ou Edam, ralado grosso</p>
<p>Em uma panela grande, ferva os 2 litros de água e depois dissolva nela os 4 cubos de caldo de carne. Acrescente as cebolas, abaixe o fogo e deixe ferver durante 25 minutos. Em uma tigela pequena, misture o amido de milho e a água até dissolver completamente. Aos poucos, acrescente cerca de 1 xícara da água que está fervendo com as cebolas, e misture bem. Em seguida, despeje tudo (aos poucos) de volta na panela, mexendo lentamente para misturar bem e não empelotar. Tempere com a pimenta-do-reino e o alho em pó. Deixe ferver por mais 15 minutos, até engrossar. Tire do fogo e misture o creme de leite até incorporar bem. Na hora de servir, espalhe um pouco do queijo por cima da sopa quente. Rende 4 porções.</p>
<p>do <a href="http://cinarasplace.blogspot.com/2008/08/outback-onion-soup.html" target="_blank">Cinara`s Place</a></p>
<h3><strong><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11657.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-484" title="1137901775-11657" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-11657.jpg" alt="" width="307" height="218" /></a>Creme de mandioca com caranguejo</strong></h3>
<p>500g de mandioca<br />
700ml de caldo de frango ou de vegetais claro e suave (feito em casa, por favor)<br />
sal<br />
pimenta branca<br />
400g de carne de caranguejo<br />
azeite do bom</p>
<p>Descasque a mandioca, corte em pedaços e leve para cozinhar em uma panela com água. Cozinhe até amolecer. Enquanto isso, cozinhe o carangueijo no vapor, na água com limão. Esprema a mandioca, misture ao caldo e bata em pulso no liquidificador, se quiser o creme mais liso. Tempere, coloque o carangueijo, uma pitadinha de sal e pimenta sobre a carne e finalize com um fio de azeite.</p>
<p>do <a href="http://mixirica.uol.com.br/index.php?id=409" target="_blank">Mixirica</a></p>
<h3>Sopa de abóbora com bolinhas de queijo<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116150.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-485" title="1137901775-116150" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116150.jpg" alt="" width="384" height="272" /></a></h3>
<p>1/2 kg de abóbora japonesa<br />
1 colher (sopa) de manteiga<br />
1/2 cebola<br />
1 dente de alho<br />
500 ml de caldo de legumes (se for usar cubo, dissolva apenas 1)<br />
1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco<br />
sal e pimenta-do-reino a gosto</p>
<p>Lave a abóbora sob água corrente. Numa tábua, descasque-a e corte ao meio. Retire as sementes e corte a abóbora em cubos. Pique a cebola e o alho. Numa panela, coloque o caldo de legumes e leve ao fogo médio. Numa panela média, coloque a manteiga e leve ao fogo baixo. Quando derreter, acrescente a cebola e refogue, mexendo sempre, até ela ficar transparente. Junte o alho picado e mexa por 1 minuto. Adicione os cubos de abóbora e refogue por mais 1 minuto. Em seguida, regue com o caldo de legumes quente e tampe a panela. Quando começar a ferver, deixe cozinhar por 20 minutos ou até que os cubos de abóbora fiquem macios. Enquanto isso, prepare as bolinhas de queijo (veja a receita a seguir). Retire a sopa do fogo e bata no liquidificador por 1 minuto, tome cuidado com a sopa quente! Volte o creme de abóbora para a panela e leve ao fogo baixo. Acrescente o creme de leite fresco, misture bem. Junte as bolinhas e deixe ferver novamente.</p>
<p>Para as bolinhas<br />
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado<br />
2 gemas</p>
<p>Numa tigelinha, coloque o parmesão e as gemas. Misture bem com as mãos até formar uma massa. Faça bolinhas uniformes até a mistura acabar.</p>
<p>da <a href="http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=300070" target="_blank">Panelinha</a></p>
<h3><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116178.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-486" title="1137901775-116178" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116178.jpg" alt="" width="196" height="277" /></a>Sopa de Milho</h3>
<p>1 lata de milho drenada<br />
500 ml de água<br />
1 cubo de caldo de legumes<br />
1 cebola pequena cortada em 4<br />
1 dente de alho pequeno fatiado<br />
1 colher de sopa cheia de requeijão<br />
1/2 caixinha de creme de leite<br />
cebolinha e limão a gosto<br />
sal e pimenta calabresa a gosto</p>
<p>Coloque em uma panela a água, o milho, o caldo de legumes, a cebola e o alho e deixe cozinhar por 20 minutos, com a panela tampada. Depois deste tempo, com a ajuda de um mixer bata todos os ingredientes. Coloque o requeijão e o creme de leite e misture bem. Corrija o sal e coloque pimenta a gosto. Sirva em um prato fundo, polvilhe cebolinha fresca picada e pingue gotas de limão.</p>
<p>do <a href="http://artenacozinha.blogspot.com/2010/05/sopa-de-milho-post-n-300.html" target="_blank">Arte na Cozinha</a></p>
<h3>Sopa de Banana com Curry do restaurante paulistano Spot<a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132812950-991641.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-490" title="1132812950-99164" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1132812950-991641.jpg" alt="" width="230" height="307" /></a></h3>
<p>1 kg de banana nanica<br />
75 g de manteiga<br />
1 e 1/2 xicára de cebola picada<br />
2 colheres (chá) de curry em pó<br />
2,7 litros de caldo de galinha<br />
1/3 xícara de suco de limão<br />
4 colheres (chá) de sal<br />
450 ml de creme de leite<br />
Derreta a manteiga numa panela e refogue com cebola por cinco minutos. Ponha o curry e deixe mais 30 segundos. Junte o caldo de galinha, as bananas (já descascadas e picadas), o suco de limão e o sal. Deixe ferver, tampe, e deixe cozinhar por 15 minutos em fogo brando. Bata no liquidificador e junte o creme de leite. Reaqueça antes de servir e enfeite com coentro picado.</p>
<p>do <a href="http://anaviaja.blogspot.com/2009/11/sopa-de-banana-restaurante-spot.html" target="_blank">Ana Viaja</a></p>
<h3><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116197.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-488" title="1137901775-116197" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2010/06/1137901775-116197.jpg" alt="" width="238" height="336" /></a>Sopa de creme de amendoim</h3>
<p>2 colheres (sopa) de manteiga<br />
1/2 cebola picada fina<br />
1/2 xícara de aipo picado<br />
1/3 xícara de manteiga de amendoim (atenção, se fizer com Amendocrem, o sabor ficará mais adocicado)<br />
1 tablete de caldo de galinha<br />
1 pacote de sopa de galinha<br />
3 xícaras de leite<br />
Sal e pimenta a gosto<br />
Amendoins picados</p>
<p>Derreta a manteiga e refogue a cebola e aipo por 5 minutos. Misture a manteiga de amendoim, o caldo de galinha, a sopa de galinha e o leite. Mexa em fogo baixo, até a sopa começar a ferver. Tempere a gosto e polvilhe com amendoim picado.</p>
<p>do <a href="http://www.cooks.com/rec/view/0,1948,152183-224203,00.html" target="_blank">Cooks.com</a> (aqui você encontra a receita original. Tentei traduzir da melhor forma possível)</p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz Dia das Mães!</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 15:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens de mães amamentando]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;The Wet Nurse&#8221; Mattia Pretti &#8220;Yama Uba Nursing Kintoki&#8221; Utamaro &#8220;Motherhood&#8221; Angelina and the child Diego by Diego Rivera A maternidade muda tudo em nossas vidas. A maior mudança, acreditamos, é nos descobrirmos seres capazes de alimentar um filhote sem a necessidade de gastar um tostão. As fêmeas são seres autossuficientes na alimentação básica do filhote [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/art_images/18th_19th/67.html"><img class="aligncenter" title="Breastfeeding Photo Gallery" src="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/art_images/18th_19th/67big.jpg" alt="" width="258" height="470" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/18th_and%2019th.html" target="_blank">&#8220;The Wet Nurse&#8221;</a></p>
<p align="center"><a href="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/18th_and%2019th.html" target="_blank">Mattia Pretti</a></p>
<p align="center"><img class="aligncenter" title="Feliz Dia das Mães" src="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/art_images/18th_19th/galer13big.jpg" alt="" width="317" height="470" /></p>
<p align="center"><a href="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/18th_and%2019th.html" target="_blank">&#8220;Yama Uba Nursing Kintoki&#8221;</a></p>
<p align="center"><a href="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/18th_and%2019th.html" target="_blank">Utamaro</a></p>
<p align="center"><img class="aligncenter" title="Mãe e filho, por Digo Rivera" src="http://www.breastfeeding.com/art_gallery/art_images/modern/rivera_med.jpg" alt="" width="256" height="400" /></p>
<p align="center">&#8220;Motherhood&#8221;<br />
Angelina and the child Diego</p>
<p>by Diego Rivera</p>
<p align="center">
<p align="center">A maternidade muda tudo em nossas vidas. A maior mudança, acreditamos, é nos descobrirmos seres capazes de alimentar um filhote sem a necessidade de gastar um tostão. As fêmeas são seres autossuficientes na alimentação básica do filhote recém-nascido. Somos poderosas. Somos o máximo!</p>
<p align="center">Beijos e um excelente dia,</p>
<p align="center">Patricia e Mônica</p>
<p align="center">
]]></content:encoded>
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		<title>A revolução do prato começa em casa &#8211; Our #foodrevolution</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 14:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Food Revolution]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Oliver]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução do prato]]></category>

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		<description><![CDATA[A revolução do prato começa em casa. O chef gato (gatinho!) inglês Jamie Oliver acredita nessa premissa. Eu também. E desde que vi a palestra do chef gato (gatíssimo) no TEDX abracei essa ideia aqui em casa. E tem dado certo. Eu e maridón cozinhamos. Ele faz pratos quentes e salgados melhor do eu. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jamieoliver.com/us/foundation/jamies-food-revolution/news-content/revolutionary-meal-project-with-google"><img class="aligncenter" title="Projeto Jamie Oliver de revolução na alimentação" src="http://www.jamieoliver.com/core/images/pages/frlrg_5855.jpg" alt="" width="587" height="357" /></a></p>
<p>A<a href="http://www.jamieoliver.com/us/foundation/jamies-food-revolution/news-content/revolutionary-meal-project-with-google" target="_blank"> revolução do prato começa em casa</a>.</p>
<p>O chef gato (gatinho!) inglês Jamie Oliver acredita nessa premissa. Eu também. E desde que vi a palestra do chef gato (gatíssimo) no TEDX abracei essa ideia aqui em casa. E tem dado certo. Eu e maridón cozinhamos. Ele faz pratos quentes e salgados melhor do eu. A minha praia são os doces, bolos, pudins, compotas.</p>
<p>E Miguel, o menino que tinha apetite de passarinho, era seletivo exagerado, tinha nojinho de qualquer pintinha da banana, nem encostava na carne (lembram o quanto eu lamentava sobre o paladar do meu pequeno?), hoje é um garoto que enche o prato de salada, come carne, qualquer carne (algumas mais do que outras), se arrisca em experimentar legumes na salada, mas os come na canja sem problemas.<img class="alignright" title="Jamie Oliver, chef gato (gatinho)" src="https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRvYcQTiOvpvwKWssiSBBtakMbtuQWiapW3QdnX3EhnoFnan0LJ" alt="" width="200" height="252" /></p>
<p>Aqui em casa, a revolução do prato deu certo.</p>
<p><strong>Deu trabalho?</strong> Nada excepcional. Basta querer, mesmo, de verdade, que flui.</p>
<p><strong>Precisa de dedicação?</strong> Sim e muita organização no começo. Investi tempo pensando em cardápios coloridos, plantei temperos. Investimos dinheiro comprando livros de receita. O Panelinha, da Rita Lobo, para nós foi, de longe, o investimento mais acertado porque a Rita escreve e descreve as receitas de um jeito que nos deu confiança para seguir em frente e se arriscar mais na cozinha. Se você está sem grana no momento para comprar livros, visite os milhares de sites de receitas que existem, mas sugiro que comece pelo Panelinha.</p>
<p>Acho que também deu certo porque maridón se envolveu na minha causa. Enquanto ele não dava muita bola para a história de ensinar os meninos a comerem direito e de um jeito mais saudável, eu me desgastava mais porque estava sozinha. A coisa de educar o paladar dos filhos passou a fazer sentido para maridón quando ele viu que nem sempre a dedicação no fogão é sinônimo de aplausos na mesa. É preciso dedicação diária, comer junto, fazer junto, respeitar o paladar, mas experimentar novidades na frente das crianças.</p>
<p>Passados dois anos, o saldo é positivo. Tenho orgulho da nossa revolução. Mas há um longo caminho a ser percorrido, pois somos uma família de paladar básico. Não comemos jiló nem rabanete, por exemplo. Mas já saímos da pré-história alimentar. Aspargos frescos e temperos variados fazem parte do nosso cardápio cotidiano.</p>
<p>A jornada está longe do fim também porque agora temos um pré-adolescente com a genética do Fred Flinkstone em casa. O garoto é daqueles que ama filé de brontossauro e passou a rejeitar todo e qualquer legume e verdura. E, aí, minha amiga, o &#8220;approuch&#8221; alimentar com meninos dessa idade é completamente diferente daquele que se faz com as crianças pequenas.</p>
<p>Nossa #foodrevolution continua. Temos de endurecer, mas sem perder a ternura, jamais!</p>
<p>beijos,</p>
<p>Patricia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Todos os dias uma mãe sofre porque o(a) filho(a) não come</title>
		<link>http://www.comerparacrescer.com/2012/05/todos-os-dias-uma-mae-sofre-porque-oa-filhoa-nao-come/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criança que não come]]></category>
		<category><![CDATA[criança seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Fisberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias, uma mãe padece na cozinha inventando uma comida diferente para que o (a) filho(a), dessa vez, coma. Todos os dias, uma mãe fica de estômago embrulhado, tensa, irritada porque a hora do almoço ou do jantar se aproxima e ela sabe que o(a) filho(a) vai rejeitar a comida mais uma vez, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, uma mãe padece na cozinha inventando uma comida diferente para que o (a) filho(a), dessa vez, coma.</p>
<p>Todos os dias, uma mãe fica de estômago embrulhado, tensa, irritada porque a hora do almoço ou do jantar se aproxima e ela sabe que o(a) filho(a) vai rejeitar a comida mais uma vez, que vai chorar à mesa ao ver o prato, que vai regurgitar o que engoliu, que vai colocar duas colheradas na boca e rejeitar o restante.</p>
<p>Todos os dias, uma mãe está sentada na antessala do consultório do pediatra para, mais uma vez, pedir socorro porque o (a) filho(a) não aceita nada além de leite ou mingau.</p>
<p>Todos os dias, uma mãe termina o dia esgotada, sentindo-se culpada, ansiosa porque o filho não come.</p>
<p>Hoje, uma mãe em algum lugar do Brasil deseja que o(a) filho(a) coma melhor, um pouco mais, que não rejeite a comida, que aceite o ingrediente novo.</p>
<p>Não importa em que parte do mundo essa mãe esteja, ela sofre com o(a) filho(a) que não come.</p>
<p>O seu sofrimento é real, verdadeiro, deve ser respeitado e levado a sério.</p>
<p>Não é coisa de mãe maluca ou ansiosa. Ou melhor, não é só coisa de mãe ansiosa e maluca. Não é fricote.</p>
<p>A queixa materna de &#8221; meu filho não come bem&#8221; afeta os lares de todas as famílias com acesso à comida, seja ela rica ou pobre. Não há distinção de cor, raça ou classe social. Na literatura médica, a queixa afetaria entre 10 e 25% das crianças. Na experiência dos consultórios e numa pesquisa feita pela Abbott essa queixa afeta 51% das 984 mães entrevistadas em todas as regiões do país. &#8220;Essa é a mesma porcentagem que vemos no consultório&#8221;, disse Mauro Fisberg, pediatra, nutrólogo, médico especializado em alimentação infantil e dificuldades alimentares, durante o 4 Encontro Internacional de Dificuldades Alimentares, realizado no Rio de Janeiro pela Abbott Nutrition. Segundo o médico, essa porcentagem pode alcançar 80% das crianças se houver problemas familiares associados às dificuldades alimentares.</p>
<p>Mas estar no consultório para se queixar que o filho não come não significa sair dele satisfeita com o que disse o pediatra da criança. Na grande maioria dos casos, quem atende essa mãe mal sabe do perrengue, tensão e estresse que ela passa todos os dias. O médico não pede para que ela mostre, no consultório, como a criança reage diante de um prato de comida. Esse médico não entende essa mãe e desconhece o problema que ela está relatando porque mal estudou na universidade sobre a principal queixa materna.</p>
<p>É um pouco chocante saber que entre as principais preocupações das mães está um problema que os pediatras pouco pesquisam e  estudam durante os anos na universidade. E poucos se interessaram por estudar mais à miúde o tema para entender o que é essa queixa, mesmo tendo de ouví-la todos os dias.</p>
<p>Mais chocante é ouvir do Dr. Mauro Fisberg dizer que há, sim, problema em a criança não querer comer. &#8220;Há consequências sérias, a principal delas é a desnutrição de uma criança em uma família com acesso à comida. Esse tema carece de muita informação&#8221;, disse ele.</p>
<p>Depois de décadas estudando e participando de grupos de estudos sobre esse problema, Dr. Mauro contou que finalmente foi criada uma ferramenta para ajudar o pediatra a identificar o perfil da criança que não come bem, seja ela magra ou com excesso de peso, porque os gordinhos também costumam ser seletivos exagerados. A ferramenta se chama <a href="http://pickyeating.ca/en/hcp/home/" target="_blank">IMFed </a>(sigla para Identification and management for feeding difficulties).</p>
<p>Se você tem um pediatra de confiança, mas carente de informação sobre esse tema, converse com ele sobre o IMFed. Talvez seja mais uma ferramenta para ajudar a contornar esse problema, que não é um transtorno alimentar, pois não exige tratamento psiquiátrico, &#8220;é uma dificuldade, um problema que afeta negativamente o processo de suprir nutricionalmente a criança&#8221;.</p>
<p>Na semana que antecede o Dia das Mães, esse post é uma homenagem a todas aquelas que enfrentam diariamente o drama do(a) filho(a) não querer comer, que rejeita a comida, que é seletivo exagerado, que tem pouco apetite, que é cheio de rituais para comer, que é agitado e não se concentra na comida, que tem pouco interesse pela comida, que demora uma eternidade para comer, que tem comportamento infantilizado para a idade, trocando a comida pela mamadeira.</p>
<p>A todas vocês nossos sinceros votos de uma mudança rápida nessa situação, de que nunca mais fiquem tensas nem de estômago embrulhado ou suando e tremendo porque a hora de alimentar a criança está chegando.</p>
<p>Para todas as mães que precisam de informação sobre como agir, nós já publicamos um guia do Dr. Benny Kerzner, que também estava no Encontro, sobre crianças com dificuldades alimentares. O guia está nesse link <a href="http://www.comerparacrescer.com/?s=Benny+Kerzner" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Nesse <a href="http://pickyeating.ca/en/splash/" target="_blank">link</a>, é possível encontrar informações (em inglês) sobre cada um dos perfis de crianças com dificuldades alimentares que foi traçado pelo Dr. Benny Kerzner e pela psicóloga Irene Chatoor, também presente no Encontro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>beijos,</p>
<p>Patricia e Mônica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>PS: O Comer para Crescer viajou ao Rio de Janeiro para participar do 4 Encontro de Dificuldades Alimentares a convite da Abbott Nutrition. </em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Magazine Luiza dá presente especial para as mães</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Post Patrocinado]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mãe chef]]></category>
		<category><![CDATA[mãe gourmet]]></category>
		<category><![CDATA[Magazine Luiza]]></category>
		<category><![CDATA[presentes]]></category>
		<category><![CDATA[publipost]]></category>

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		<description><![CDATA[Mãe é algo tão sagrado que escolher um presente simbolizando toda a sua importância é uma tarefa hercúlea. E para confundir mais a situação, elas vêm com aquele papo de que não precisa dar nada, que só um abraço já está bom&#8230; Tudo balela! Mãe quer, sim, ganhar algo extraordinário no segundo domingo de Maio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2012/05/premio_mae_do_ano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6318" title="Premio mãe do ano" src="http://www.comerparacrescer.com/wp-content/uploads/2012/05/premio_mae_do_ano.jpg" alt="" width="617" height="316" /></a></p>
<p>Mãe é algo tão sagrado que escolher um presente simbolizando toda a sua importância é uma tarefa hercúlea. E para confundir mais a situação, elas vêm com aquele papo de que não precisa dar nada, que só um abraço já está bom&#8230; Tudo balela! Mãe quer, sim, ganhar algo extraordinário no segundo domingo de Maio. Ainda mais se ela for daquelas que se esmera em todas as refeições, devora todos os sites de receitas, acompanha todos os <em>chefs</em> na TV, sempre na esperança de criar uma refeição surpreendente e inesquecível, aquela que fica gravada na nossa memória emotiva, tipo a “lasanha da minha mãe”, “o pudim de leite da minha mãe”, “a carne de panela da minha mãe” ou “o risoto da minha mãe”.</p>
<p>Então, queridos e queridas, procure algo muito legal para sua mãe. E, caso você seja a mãe a ser presenteada, mande esse post para o maridão e os filhos porque o Comer para Crescer foi convidado pelo Magazine Luiza, junto com outras blogueiras, para montar uma lojinha no site deles especialmente para as mães que fazem o estilo chef. E ficou supimpa! Tem muitas sugestões de presentes escolhidos a dedo para quem é ou tem uma sensacional mãe <em>gourmet</em> e/ou <em>chef</em> de cozinha. Na lojinha, separamos objetos, acessórios e utensílios modernérrimos e baratérrimos (ok, alguns nem tanto!) para garantir o sucesso do Dia das Mães.</p>
<p>Para escolher o presente da sua mãe gourmet, dá uma olhada em nossas sugestões clicando nesse endereço <a href="https://apps.facebook.com/magazinevoce/comerparacrescer" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Além de fazer a alegria da sua mãe, você <strong>também pode ganhar um presentão</strong>: um vale-compras de R$ 2.000 e um cruzeiro internacional. Isso mesmo!!!</p>
<p>Então, preste atenção:</p>
<p>1) Vá até o aplicativo na fan Page do MagazineLuiza – <a href="http://www.facebook.com/magazineluiza" target="_blank">www.facebook.com/magazineluiza</a> ou entre no hotsite <a href="http://www.magazineluiza.com.br/maes" target="_blank">www.magazineluiza.com.br/maes</a></p>
<p>2) Escolha o perfil da sua mãe entre as sete opções e envie uma foto que demonstre o quanto é “agarrado” com ela &#8211; a foto deve estar produzida com o tema do perfil escolhido.</p>
<p>3) A foto mais criativa e coerente com o tema de cada perfil de mãe será premiada com um vale-compras no valor <strong>de R$ 2.000,00 para ser usado no site do Magazine Luiza</strong>.</p>
<p>4) <strong>E a melhor foto</strong> entre 7 finalistas <strong>será premiada com um cruzeiro</strong> de 7 noites, para 2 pessoas, que passa por <strong>Buenos Aires, Montevideo e Punta Del Leste</strong>.</p>
<p>Olha que luxo: sua mãe de presente novo e você toda prosa porque ganhou vale-compras e um cruzeiro pelo Sul da América! Muita inveja, viu!</p>
<p>Então, borá lá se divertir com o concurso cultural do <a href="http://www.magazineluiza.com.br/maes/index.asp?selecao=2&amp;pag=1&amp;lst=2" target="_blank">Magazine Luiza</a>.</p>
<p>Beijos,</p>
<p>Mônica e Patricia</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma imagem para fechar a semana</title>
		<link>http://www.comerparacrescer.com/2012/04/uma-imagem-para-fechar-a-semana/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 03:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Com a colaboração do Dr. Money, fechamos a semana com a imagem acima! (Puf!) E que todos tenham um ótimo final de semana, que possam ir para cozinha com as crias fazer comida de verdade ao invés de pedir um Dollar Menu! (Humpf!) beijos, Patricia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Vida moderna" src="https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/525654_341516335913896_100001665960338_944388_1474510794_n.jpg" alt="" width="500" height="388" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a colaboração do <a href="http://www.drmoney.com.br/" target="_blank">Dr. Money</a>, fechamos a semana com a imagem acima! (Puf!)</p>
<p>E que todos tenham um ótimo final de semana, que possam ir para cozinha com as crias fazer comida de verdade ao invés de pedir um Dollar Menu! (Humpf!)</p>
<p>beijos,</p>
<p>Patricia</p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Queijo, ricota, iogurte e leite no copo</title>
		<link>http://www.comerparacrescer.com/2012/04/queijo-ricota-iogurte-em-troca-da-mamadeira/</link>
		<comments>http://www.comerparacrescer.com/2012/04/queijo-ricota-iogurte-em-troca-da-mamadeira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[mamadeira]]></category>
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		<category><![CDATA[troca da mamadeira pelo copo]]></category>

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		<description><![CDATA[Trocar o leite na mamadeira pelo leite no copo foi um perrengue aqui em casa, tanto quanto na casa da Mô, motivo desse post. Lembro que o pediatra dos meninos decretava a troca sempre que eles entravam no décimo mês de vidinha. Fiz como Dr. Pediatra mandou e foi um choque para mim notar a dura realidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/S2B8ejpZ2OI/AAAAAAAAAbE/pJQ9plkJadA/s1600-h/nocheese.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/S2B8ejpZ2OI/AAAAAAAAAbE/pJQ9plkJadA/s320/nocheese.jpg" alt="" border="0" /></a></div>
<p>Trocar o leite na mamadeira pelo leite no copo foi um perrengue aqui em casa, tanto quanto na casa da Mô, motivo desse <a href="http://comercrescer.blogspot.com/search/label/mamadeira">post</a>. Lembro que o pediatra dos meninos decretava a troca sempre que eles entravam no décimo mês de vidinha.</p>
<p>Fiz como Dr. Pediatra mandou e foi um choque para mim notar a dura realidade entre uma e outro. Na mamadeira, eles bebiam deliciosamente 250 ml de leite. No copo, apenas 50 ml. E olhe lá!</p>
<p>Minha mãe, avó zelosa e não pediatra, resmungava: &#8220;Pediatra não sabe de nada. Dá o leite na mamadeira porque eles ficam mais alimentados!&#8221;</p>
<p>Segui as orientações de quem? Da minha mãe, claro! Afinal, com leite na mamadeira estariam mais alimentados.</p>
<p>Mantive a dita cuja até eles terem quase 2 anos de idade. Todos os outros líquidos iam no copo, menos o leitinho.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/S2B8lnn9waI/AAAAAAAAAbM/ZK5h7I_PgbA/s1600-h/queijo.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/S2B8lnn9waI/AAAAAAAAAbM/ZK5h7I_PgbA/s200/queijo.jpg" alt="" width="200" height="155" border="0" /></a></div>
<p>Tudo mudou quando certo dia fui bater um papo com um pessoal que trabalha com queijo. Disseram que criança que toma leite no copo (duas vezes ao dia), mesmo que um pouquinho, mas que também come derivados, como queijo branco, ricota ou iogurte, recebe um aporte de cálcio adequado (100 gramas de queijo são capazes de suprir em até 50% das necessidades diárias de cálcio de um adulto, e  100 gramas são cerca de três fatias de mussarela<span style="color: blue;">*</span>).</p>
<p>O efeito dessa informação em mim foi imediato. Soltei as amarras da insegurança de filhos mal alimentados e os meninos largaram a mamadeira. (Quando decretamos o início do leite apenas no copo até jogamos as ditas mamadeiras fora para não sofrer com a tentação de ceder de vez em quando um leitinho no mamá).</p>
<p>Os lindões passaram a beber leite (pouquinho, confesso), mas eu inclui queijo branco na refeição matinal, enroladinho de mussarela com presunto e alface. Além de requeijão, creme de queijo&#8230;</p>
<p>Essa troca, na verdade, é um processo de aprendizagem e como todo processo leva tempo, algo que Dr. Pediatra não explicou e, portanto, eu não segui as orientações dele. Para nós, adultos, tomar leite no gargalo de uma garrafa ou numa xícara de porcelana inglesa não faz diferença. É leite. Ponto.</p>
<p>Bebês, não. Há o aprendizado do desapego de um instrumento e o aprendizado da manipulação de outro instrumento, que exige controle refinado de coordenação motora das mãos e da boca. (Dr. Pediatra podia ter assistido essa aula na faculdade, né? Faltou. Não aprendeu e não ensinou essa mãe aqui!)</p>
<p>De pouquinho em pouquinho, os meninos foram aumentando as doses de leite, que passaram de homeopáticas a cavalares. Passados mais de quatro anos desde o adeus às mamadeiras, voltaram a tomar os 250 ml de leite cada um, pela manhã.</p>
<p>Cada um do jeito que mais gosta:</p>
<p>- Para o Samu tem de ser gelado, puro ou com achocolatado. Quente, só se for com café.</p>
<p>- Para Miguel, morninho. Puro ou com achocolatado. Quente, também só se for com café.</p>
<p>Além disso, os meninos aprenderam a gostar de outros laticínios como queijo branco e os amarelos (que são deliciosamente gordurentos). Ainda não curtem ricota e também não se animam com o iogurte. Mas com as <a href="http://comercrescer.blogspot.com/search/label/iogurte">sugestões da Mô sobre como e onde usar o iogurte nas receitas</a>, o alimento lácteo tem sido mais frequente pelas mesas dessas bandas, inclusive porque 200 gramas do iogurte tem 29% das necessidades diárias de cálcio<span style="color: red;">*.</span></p>
<p>Boas fontes vegetais de cálcio para incluir no cardápio das crianças são feijão branco miúdo, brócolis, gergelim, orégano.</p>
<p>Então, se o pediatra decretar que é hora de tomar leite no copo, não fique insegura com a pouca quantidade que o filhote ou a filhota vai passa a ingerir porque agora você já sabe que há um tempo de adaptação de uma para o outro e que durante esse aprendizado deve-se incluir outros lácteos na alimentação e, assim, ir educando o paladar infantil para comidinhas gostosas e saudáveis dessa vida.</p>
<p>beijos,</p>
<p>Patricia</p>
<p><em><span style="color: red;">* </span>Informação consta do rótulo do iogurte natural integral da Nestlé. </em><br />
<em><span style="color: blue;">*</span> Dados da Abiq (Associação Brasileira das Indústrias de Queijo)</em></p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
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		<title>Quando a criança começa a usar a faca?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A delicada arte de lidar com os talheres começa cedo, ao contrário do que muita gente pensa. E como as dúvidas são muitas, atualizo um post que fizemos lá no comecinho do blog, contando quando a criança deve começar a usar cada tipo: Colher – pode dar para o bebê segurar desde a primeira papinha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9-ipEbVI/AAAAAAAAAF0/CbPh1CmRCKU/s1600-h/spoon-01-100x232.jpg"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://4.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9-ipEbVI/AAAAAAAAAF0/CbPh1CmRCKU/s320/spoon-01-100x232.jpg" alt="" width="100" height="232" border="0" /></a></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">A delicada arte de lidar com os talheres começ<a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://1.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9Hh1d_TI/AAAAAAAAAFk/xgxXGNg8AnY/s1600-h/childs-spoon-100x169-v2.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9Hh1d_TI/AAAAAAAAAFk/xgxXGNg8AnY/s200/childs-spoon-100x169-v2.jpg" alt="" border="0" /></a>a cedo, ao contrário do que muita gente pensa. E como as dúvidas são muitas, atualizo um post que fizemos lá no comecinho do blog, contando quando a criança deve começar a usar cada tipo:</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"></div>
<p><span style="color: blue;">Colher</span> – pode dar para o bebê segurar desde a primeira papinha. Assim ele já vai se acostumar, associar aquele objeto com as refeições e&#8230; fazer uma enoooorme bagunça. (Respirem amigas loucas por limpeza como eu. É saudável!). Ele só conseguirá usar direitinho por volta de um ano e meio. Usar a colher também é importante para a coordenação motora fina do bebê e a coordenação mão-olho.<br />
<span style="color: blue;">Garfo</span> – ele entra em cena aos dois anos, mas prefira os modelos com pontas arredondadas. Ela vai usar o garfo para espetar comidinhas em pedaços. Mas a colher continua sendo muito importante para pegar o arroz e feijão, por exemplo, que não &#8220;cabem&#8221; em garfos infantis. Já comece a ensinar a maneira correta de segurar os talheres.<br />
<span style="background-color: #f3f3f3; color: blue;">Faca</span>– aos quatro anos, as versões sem ser afiadas já podem ser usadas, mas com a supervisão de adultos. Ela vai conseguir cortar alimentos molinhos e também aprenderá que a faca ajuda a colocar a comida no garfo. O uso de facas normais só ocorre com sete, oito anos, e sempre com um adulto por perto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN-4L-YqnI/AAAAAAAAAGE/Cb0vDBzMWCY/s1600-h/childs-fork-100x169-v2.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN-4L-YqnI/AAAAAAAAAGE/Cb0vDBzMWCY/s200/childs-fork-100x169-v2.jpg" alt="" border="0" /></a></div>
<p><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://1.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN-J3l08BI/AAAAAAAAAF8/hm3LUGXb5Uk/s1600-h/childs-fork-100x169-v2.jpg"><br />
</a><br />
Lógico que tudo isso depende do desenvolvimento da criança, da ideologia da família, da paciência dos pais&#8230;<br />
Um beijo</p>
<p>Mônica</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9wpXr3rI/AAAAAAAAAFs/4nu-E0d5jxE/s1600-h/icing-spreader-01-100x255.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_X9gM39XR54w/SvN9wpXr3rI/AAAAAAAAAFs/4nu-E0d5jxE/s200/icing-spreader-01-100x255.jpg" alt="" border="0" /></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
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		<title>Passear para crescer &#8211; lugares comuns em horários alternativos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comer para Crescer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passear para Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ibirapuera]]></category>
		<category><![CDATA[Masp]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[passeio de bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer passeios com criança em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes é tenso. Os programas aos finais de semana podem virar ações quase suicidas. Cansadas de tanto estresse, eu e Mônica decidimos testar algumas alternativas de horários e dias em lugares pra lá de manjados e deram muito certo. Basta se organizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer passeios com criança em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes é tenso. Os programas aos finais de semana podem virar ações quase suicidas. Cansadas de tanto estresse, eu e Mônica decidimos testar algumas alternativas de horários e dias em lugares pra lá de manjados e deram muito certo. Basta se organizar e ter paciência nos deslocamentos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Passeio alternativo 1: Parque do Ibirapuera</strong></span></span></p>
<p>O parque fica aberto até as 22 horas. Levamos os meninos num horário alternativo e deu muito certo. Chegamos lá às 19h, estacionamos o carro quase dentro da ciclovia. O parque não estava vazio, deserto. Tinha muita gente, a maioria correndo, quase ninguém na ciclovia e uns minguados skatistas, além de algumas poucas famílias desfrutando de um parque que praticamente não conseguimos mais curtir aos finais de semana de tão lotado, muvucado e cheio de malucos na ciclovia. Nós ficamos por lá, mais ou menos, 1h30 &#8211; até a fome bater. Eu e maridón sentamos num banco e namoramos um pouco (até os pernilongos chegarem) enquanto os meninos andavam de bike perto do museu afro, num estacionamento desativado. Nesse dia, Miguel finalmente se sentiu seguro e conseguiu o que tanto desejava: andar de bike sem rodinhas.</p>
<p>Prós e contra desse horário alternativo:</p>
<p>1) Não há mais aluguel de bikes. Tem de levar de casa;</p>
<p>2) Não fomos para a área dos playgrounds porque tive receio de o lugar estar com pouca iluminação, meio deserto e sem segurança;</p>
<p>3) As lanchonetes da marquise fecham às 20h;</p>
<p>5) Não há sol escaldante, logo as crianças ficam livres de protetor solar melequento;</p>
<p>6) Há vagas para estacionar em muitos lugares;</p>
<p>7) Como o trânsito na cidade toda e, em particular, para chegar ao Ibirapuera, durante a semana, nesse horário, é uma m@*$#%, esse passeio pode ser feito aos sábados e domingos. Já levei os meninos no finalzinho da tarde de um domingo. Chegamos depois das 17h. Encontrei vaga para o carro, o aluguel da bike foi tranquilo, mas ainda tinha muito maluco na ciclovia. As crianças preferiram brincar no playground e acabaram assistindo um pocket show de um palhaço mambembe.</p>
<p> <img src='http://www.comerparacrescer.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Durante semana, à noite, não há 2.000.000.000.000 pessoas no parque, e as crianças podem correr e andar na ciclovia sossegadamente;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff6600; text-decoration: underline;"><strong>Passeio alternativo 2: Cinema</strong></span></span></p>
<p>Já foi no cinema com os filhos na sessão das 19h de uma segunda-feira? Não? Então, vá. Acho que depois dessa experiência, a sua família nunca mais irá ao cinema nas sessões suicidas dos finais de semana. Há vagas para estacionar. Não há filas. Você compra o ingresso praticamente na hora, assim como a pipoca (aliás, você come a pipoca quente!).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #ff6600; text-decoration: underline;">Passeio alternativo 3: Museus durante a semana<br />
</span></strong></span></p>
<p>Outro passeio que não precisa aguardar sábado e domingo para acontecer são os museus. Dá para ver uma exposição até na hora do almoço! Eu, Mônica, aproveitei uma terça-feira, dia em que as exposições do Masp aqui em Sampa são gratuitas, e levei as meninas para conhecer uma pouco mais sobre Roma com o maridão. Como a exposição já está lá algum tempo e também não era a última semana, não tinha muita gente. O que nos deu liberdade de andar pelos corredores no ritmo das crianças, conversando sobre a exposição. A vantagem de ir durante a semana é exatamente essa: como o público é menor, você não fica tão tenso com filas ou uma multidão tentando ver a mesma obra. E não tem tanta gente olhando feio quando sei filho resolve que, sim, vai tocar em todas as estátuas que encontrar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>beijos</p>
<p>Mônica e Patrícia</p>
<p><iframe src="http://infinitastramas.com/dados/publicidade/comerParaCrescer/post.php" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="671" height="114"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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