• O paladar infantil

    Bebê comendoCompartilho alguns fatos que descobri sobre o paladar infantil, depois de muitas matérias feitas e editadas. Tudo para ajudar a gente na mesa!

    * As preferências e rejeições começam a aparecer por volta dos 2 anos. Até lá o seu papel é o de apresentar, o máximo de alimentos possíveis. Quanto maior a variedade mais chance do seu filho ser mais flexível na mesa
    * A criança nasce com certa predisposição para gostar de alguns alimentos e não de outros. Mas os hábitos dos adultos da casa, a cultura de onde ela mora e dos lugares que freqüenta influenciam muito.
    *Acredite: se em casa a criança costuma tomar sucos de frutas, ela tende a rejeitar refrigerantes nas festinhas. Eu vejo isso acontecer constantemente com a Isabella. O mesmo ocorre com outros alimentos. O paladar vai se acostumar com comidas saudáveis.
    * Mas lembre-se que é você quem constrói os hábitos. Por isso sempre digo que ter filhos é a melhor forma de faze reeducação alimentar. Criança é uma ótima desculpa para a gente comer melhor
    * Não adianta querer que seu filho coma frutas, legumes e verduras se isso não faz parte do seu prato – ou pelo menos do seu (sua) companheiro (a). De novo: os hábitos da casa é que formam a criança
    * O paladar muda conforme a idade. Por isso hoje você gosta de alimentos que não ligava antes – e não entende como podia gostar de certas coisas na sua infância. Seu filho não vai gostar de shiitake e queijo brie aos 4 anos. Já quando for adulto…
    * Para a criança gostar da comida ela precisa ter um contexto positivo. Ajudar na preparação, bom humor na mesa, uma prato bonito e colorido, e adultos que apreciam comer fazem uma super diferença.
    * Não adianta fazer um prato nutritivo se a criança não sentir prazer. Ninguém come apenas por obrigação. Os verdes, por exemplo. Ela precisa ver que os pais sentem prazer em comê-los, assim vai associar brócolis a algo gostoso. Daí ser tão fácil gostar de chocolate. Já viu sua cara no espelho quando morde um?

    Um beijo da Mô

    P.S. Vale a pena ler essas reportagens da Bebe.com e da Crescer

     

    Este texto foi publicado originalmente em 24 de agosto de 2011.

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